domingo, 26 de maio de 2019

26 de maio de 2019

Atos por todo o País viram teste de apoio popular ao governo, traz @estadao. Pelo menos 312 cidades programaram manifestações de apoio ao presidente. Análise: ‘Bolsonaro arrisca demais e muito cedo’. Aqui resumo: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Atos por todo o País viram teste de apoio popular ao governo - Pelo menos 312 cidades programaram manifestações de apoio a Jair Bolsonaro.
Manifestações de apoio ao governo convocadas para hoje em pelo menos 312 cidades brasileiras serão um teste de força para o presidente Jair Bolsonaro. Apesar de ter agido nos últimos dias para desvincular os atos de qualquer patrocínio do Palácio do Planalto, Bolsonaro foi alertado por aliados de que as mobilizações viraram uma armadilha para sua gestão. Pelas redes sociais, deputados do PSL incentivaram os atos. O receio é de que, se não houver adesão popular de peso, o fracasso seja interpretado como perda de popularidade do presidente em meio a uma extensa lista de desafios políticos e econômicos. Outra preocupação é com possíveis episódios de violência. Não por acaso, Bolsonaro condenou publicamente a defesa, nas manifestações, de fechamento do Congresso e do STF. O Planalto pede que o foco das manifestações seja a defesa da reforma da Previdência e da segurança pública, além da Operação Lava Jato e do pacote anticrime do ministro da Justiça, Sérgio Moro. POLÍTICA / PÁGS. A4 e A8
‘Recall’ do presidente - Um dos alvos das manifestações de hoje, o Congresso estuda colocar em pauta a adoção de “recall” para mandato de presidente. A medida teria potencial de reduzir o tempo do ocupante do Planalto. PÁG. A8
Futuro sem sacrifício - Governo e ONGs querem acabar com a eutanásia dos cavalos de corrida, que costumam sofrer com sequelas após a “aposentadoria”. Ideia é usá-los em atividades como equoterapia. ESPORTES / PÁG. A27
ROLF KUNTZ - Sem qualidades, nenhuma passeata será suficiente para fortalecer um presidente. A ruindade é do governo. ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2
CELSO MING - Na questão da regulação das patinetes, as discussões são permeadas por achismos porque ninguém conhece o assunto. ECONOMIA / PÁG. B2
VERA MAGALHÃES - Jair Bolsonaro é o segundo presidente a entrar num ciclo de contestação e reafirmação de mandato em tempo real. POLÍTICA / PÁG. A10
NOTAS & INFORMAÇÕES
Vox populi -Pesquisa sugere que, com cinco meses de mandato, a paciência dos que ainda esperam alguma coisa positiva do governo Bolsonaro está acabando rapidamente. PÁG. A3

Bom sinal do lado dos preços - Depois de salto no começo do ano, a inflação, um dos maiores pesadelos para as famílias, começa a perder impulso. PÁG. A3
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Folha de S. Paulo
Manchete: Congresso limita ação de Bolsonaro e cria agenda própria - Deputados e senadores assumem reformas econômicas e priorizam medidas que restringem atuação do presidente.
Seja qual for o resultado das manifestações de rua pró-Bolsonaro marcadas para hoje, líderes dos partidos que comandam o Congresso Nacional definiram um pacote de medidas para limitar o raio de ação do presidente da República. Avaliação uníssona colhida pela Folha entre congressistas é que Jair Bolsonaro (PSL) tem demonstrado incapacidade de governar. Além de acelerar discussões sobre impeachment, a insatisfação encontra lastro e incentivo no mundo empresarial e financeiro, o que faz deputados e senadores assumirem a dianteira de iniciativas como as reformas da Previdência e tributária. “Vai ser necessário ignorar o governo, não tem outra saída”, afirma o deputado Elmar Nascimento (BA), líder do DEM na Câmara. Entre as prioridades do partido, que ocupa as duas presidências do Congresso, e do centrão estão a PEC do Orçamento impositivo, um projeto que limita número de medidas provisórias e a adoção, quando necessário, de decretos legislativos para sustar os presidenciais. Há também duas propostas de “semipresidencialismo” ou “semiparlamentarismo” para 2022. (Poder A4)
Família Batista pagou R$ 1 a Bertin por fatia do grupo JBS - Fusão da JBS com o Bertin, à época o maior exportador de carne bovina do país, envolveu acordo no qual os Bertins aceitaram ter menos de 10% da JBS como parte do pagamento — e que venderiam de volta aos Batistas tudo que excedesse esses 10% pela simbólica quantia de R$ 1. Com a transação, os Batistas recuperaram por fora ações que equivaliam a 17% da JBS. (Mercado p.4)
Presidente veio do ‘não’ ao invés do ‘sim’, afirma FHC - Ex-presidente diz que sistema político criado em 1988 desapareceu na última eleição, pautada mais pela negação do que pela proposição. FHC acredita que sucessor de Jair Bolsonaro deverá ser um nome carismático. (Ilustríssima p.6)
Governo muda atribuições para destravar obras de infraestrutura - Medida provisória permite que estados, municípios e estatais contratem o BNDES, sem licitação, para estudos de projetos, PPPs e concessões à iniciativa privada. (Mercado p.1)
MP do saneamento traz competição justa, diz Kelman - Para o ex-presidente da Sabesp, Jerson Kelman, o texto que propõe regulação do saneamento básico permite competição justa pela oferta do serviço. Governadores se opõem à medida provisória. (Mercado p.6)
Cortes na educação geram queda real no orçamento do MEC - Sucessivos cortes desde 2015, em reflexo da crise econômica, levaram a uma redução real (descontada a inflação) dos recursos disponíveis na pasta. De 2015 a 2018, a retração acumulada foi de 6%. (Cotidiano B1)
ANGELA ALONSO - Alma das ruas responde hoje - O que o antipetismo uniu, o poder separa. Se o ato pender para o campo liberal, será um fiasco, e Bolsonaro queimará pontes. Mas, se pender para o campo conservador, ele se cacifará para peitar Congresso e oposição . (Ilustríssima p.3)
EDITORIAIS
Algazarra autoritária - Sobre manifestações de rua marcadas para hoje.
 
Torneira seca - Acerca de obstáculos a MP que regula o saneamento. (Opinião A2)
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O Globo
Manchete: País perde R$ 151 bi ao ano com jovens fora da escola - Dos 3,2 milhões de brasileiros que completam 18 anos, 35% ainda não concluíram o ensino médio. Indicador reduz produtividade da economia e renda dos trabalhadores.
A elevada evasão escolar provoca perdas anuais de R$ 151 bilhões à economia brasileira, informa CÁSSIA ALMEIDA. Estudo inédito de Ricardo Paes de Barros, economista- chefe do Instituto Ayrton Senna e professor do Insper, mostra que 15% dos dez milhões de adolescentes entre 15 e 17 anos estão fora da escola. Quando completam 18 anos, 35% ainda não concluíram o ensino médio.
Sem formação adequada, esses jovens viram trabalhadores pouco qualificados, condenados a salários baixos e a uma saúde mais precária. Isso eleva gastos públicos com assistência e reduz a produtividade, gerando a fatura calculada por Barros. “É violação grave de direitos e um custo fenomenal para a sociedade”, alerta. A qualidade do ensino também preocupa: o Estado do Rio caiu da 4ª para a 20ª posição em ranking de avaliação em apenas quatro anos. PÁGINAS 25 e 26
Mercado em ponto de bala - DISPARA INTERESSE POR ARMAS - Nas lojas de armas das principais capitais do país, jovens curiosos por manusear espingardas, colecionadores que desejam aumentar o arsenal e praticantes de tiro em busca de novidades animam os comerciantes. “A liberação de modelos de uso restrito abriu leque expressivo para os compradores”, diz o empresário Axl Satier. PÁG. 12
De Shakespeare a Machado, Cabral revê cobiça e maldade - As resenhas que o ex-governador Sérgio Cabral fez para abater sua pena, de 198 anos de prisão por corrupção e outros crimes, abordam “os riscos iminentes de injustiça” e “os ingredientes da alma humana” em obras de Machado de Assis, Shakespeare e Moacyr Scliar. Em uma das análises, ganhou nota dez. PÁGINA 11
Para ministro, internação forçada pode ser solução para cracolândia - Autor de projeto de lei aprovado no Senado, Osmar Terra diz que medida combate “epidemia”. Especialistas criticam. PÁG.36
Conheça as novas regras para mudança de plano de saúde (Página 32)
EDITORIAL - REFORMAS TÊM A VER COM DISTRIBUIÇÃO DE RENDA E POBREZA. Pág2
LAURO JARDIM - Emílio Odebrecht não descarta pedir recuperação judicial. PÁGINA 6
BERNARDO MELLO FRANCO - Desmatamento cresce e impulsiona negacionismo do governo Pag.3
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sábado, 25 de maio de 2019

25 de maio de 2019



No @Estadao- @JOÃO DOMINGOS escreve: “Congresso toca agenda própria. Manifestações dirão se deve seguir nesse caminho”. @Oglobo: “Se for uma reforminha ou não tiver reforma, o Brasil pode entrar em caos econômico”, diz Bolsonaro. Folha: Guedes e Bolsonaro veem caos em 2020 se reforma não sair. Aqui resumo: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/
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O Globo

Manchete: Guedes pode sair se reforma não for aprovada, diz Bolsonaro
Presidente e ministro negam atrito e alertam Congresso e governadores de risco de caos econômico.

Após o ministro da Economia, Paulo Guedes, dizer à revista Veja que poderia “ir embora” caso a reforma da Previdência não fosse aprovada, o presidente Bolsonaro fez, no Nordeste, defesa enfática da proposta de reforma enviada ao Congresso, que prevê economia de R$ 1 trilhão. Bolsonaro negou atrito: “Se for uma reforminha ou não tiver reforma, não precisa mais de ministro da Economia, porque o Brasil pode entrar em caos econômico”. No fim do dia, disse em rede social que ‘‘o casamento segue mais forte que nunca’’. Guedes soltou nota expressando confiança no Congresso. (Página 21)
Queiroz pagou R$ 133 mil em dinheiro a hospital
Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), pagou em dinheiro R$ 133,58 mil ao Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, pela cirurgia de retirada de câncer de cólon a que foi submetido, informam os repórteres Chico Otavio e Gustavo Schmitt. (Página 6)
Suspensão de voos abre caminho para o fim da Avianca - Ao suspender ontem, temporariamente, as operações da Avianca por questões de segurança, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu caminho para o fim da empresa, avaliam integrantes do governo e analistas. Sobrecarga de trabalho dos pilotos foi um dos motivos. (Página 23)
MERVAL PEREIRA - Projeto sobre lucro de imóveis é mais amplo (Página 2)
PATRÍCIA KOGUT - Lucélia Santos e Edwin Luisi juntos em Portugal (Segundo Caderno)
MÍRIAM LEITÃO - Governo deve refletir sobre seu desgaste (Página 22)
JOSE EDUARDO AGUALUSA - Um prêmio justo a Chico Buarque (Segundo Caderno)
CLAUDIA SARMENTO - Renúncia não encerra saga (Página 26)
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O Estado de S. Paulo
Manchete: Governo quer usar Fundo Amazônia para desapropriações - Doado por Noruega e Alemanha para combater o desmatamento, dinheiro serviria para indenizar donos de propriedades que ficam em áreas de conservação.
O governo quer usar o Fundo Amazônia, criado com dinheiro doado por Noruega e Alemanha e calculado em R$ 3,4bilhões, para indenizar e retirar donos de propriedades privadas de áreas de conservação. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, muitas unidades ambientais foram criadas em locais onde já havia famílias que, com isso, passaram a viver em situação irregular. As indenizações, então, seriam pagas para que elas deixassem o lugar. Só no Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), por exemplo, produtores rurais e pescadores teriam direito a R$ 2 bilhões. Criado em 2008, o Fundo Amazônia apoia iniciativas de combate ao desmatamento da região amazônica e não permite esse tipo de destinação. O Brasil, no entanto, tem autonomia para escolher os programas beneficiados, mas as iniciativas são monitoradas pelos doadores. O tema será tratado com Noruega e Alemanha. (Metrópole/Pág. A22)
Empresas do cartel de trens em SP devem ser condenadas - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve julgar em junho as empresas acusadas de formação de cartel para fraudar licitações de trens e metrô em São Paulo. A tendência é de condenação, informa Lorenna Rodrigues. A área técnica do Cade, a procuradoria-geral do órgão e o MPF pediram punição. O caso envolve contratos que somaram R$ 9,4 bilhões entre 1998 e 2013. (Política/Pág. A4)
Governo de SP apoia Cade - A Secretaria de Transportes Metropolitanos afirmou ser de seu interesse que empresas que fraudaram licitações sejam punidas. (Pág. A4)
TRF bloqueia R$ 258 mi de senador líder do governo - Em investigação de esquema de corrupção na Petrobrás, o TRF-4 determinou bloqueio de R$ 3,6 bilhões de políticos de MDB, PSB e PP e de empresas. Entre os alvos está o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). O senador terá bens congelados no valor de até RS 258 milhões. (Política/pág. A8)
Queiroz pagou conta de R$ 133 mil em dinheiro (Política/Pág. A10)
Anac suspende todos os voos da Avianca (Economia / Págs. B11 e B12)
Mercado de trabalho gera 129 mil vagas em abril - Em resultado considerado surpreendente, o País registrou a criação de 129.601 empregos formais em abril. O governo e o mercado esperavam cerca de 80 mil vagas, após a perda de 42 mil postos de trabalho em março. No acumulado do 1° quadrimestre, o saldo é positivo em 313.835 vagas. (Economia/Pág.B6)
JOÃO DOMINGOS - Congresso toca agenda própria. Manifestações dirão se deve seguir nesse caminho. (Política/ Pág. A8)
FERNANDO REINACH - Descobriu-se que fungos surgiram há 1 bilhão de anos. Que direito temos de destruí-los? (Metrópole / pág. A23)
Notas & Informações
Profissão de fé política- O legado democrático de Joaquim Nabuco, de defesa dos valores da representação política, há de ser defendido dos aventureiros, hoje e sempre. (Pág. A3).
Emprego não é ‘milagre’- Bolsonaro contribui para piorar as perspectivas do mercado de trabalho ao desperdiçar o clima gerado por sua eleição. (Pág. A3)
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Folha de S. Paulo
Manchete: Guedes e Bolsonaro veem caos em 2020 se reforma não sair - Jair Bolsonaro (PSL) elevou o tom ontem do discurso em tomo da urgência da aprovação da reforma da Previdência, após o ministro Paulo Guedes afirmar que renunciará se a proposta do governo virar uma “reforminha”.
APEC (Proposta de Emenda à Constituição) prevê uma economia de mais de R$ 1 trilhão em dez anos. Guedes, em entrevista à revista Veja, também disse que o país pode quebrar já em 2020 sem as mudanças. No Recife, em sua primeira visita ao Nordeste, Bolsonaro declarou que o ministro tem o direito de deixar o governo, pois “está vendo uma catástrofe” caso o projeto não avance. Voltou ao tema outras vezes no dia.
O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que, com ou sem Guedes no governo, a proposta vai ser aprovada.
“A Câmara tem compromisso com a reforma independentemente desse discurso que beira a chantagem. Com ele ou sem ele, vai ter reforma.” (Mercado A21)
Mais Médicos encolhe nas regiões mais populosas - Governo Bolsonaro optou por renovar vagas apenas em cidades classificadas de maior vulnerabilidade, até que haja a substituição do Mais Médicos por programa a ser criado. Cidades de perfis maiores, como capitais, municípios em regiões metropolitanas e outras com mais de 50 mil habitantes, têm ficado de fora de editais e de reposições, (Cotidiano B1)
Crescem serviços de internação fora de hospitais - Tendência mundial, desospitalização mira pacientes internados que podem ser cuidados fora de hospitais. Apesar do crescimento da demanda por esses serviços no país, ainda não há regulamentação das agências reguladoras de saúde (Anvisa e ANS). (Saúde B7)
Mantega vira réu em ação sobre empréstimo do BNDES à JBS (Pág. A28)
Palocci diz que André Esteves pagou para ser o ‘banqueiro do pré-sal’ (Pág. A10)
Justiça bloqueia R$ 3,6 bi de MDB-RO, PSB e de políticos na Lava Jato (Pág. A10)
CLÓVIS ROSSI - Política britânica tornou-se um combate fratricida (Mundo A17)
MARCOS SAWAYA JANK -Chegou a hora de voltar ao Brasil- Vivi quatro anos na Ásia, a região mais dinâmica e populosa do planeta. Chegou a minha hora de voltar ao Brasil e restituir uma parte do que aprendi para as novas gerações. Despeço-me desta coluna. (Mercado A31)
EDITORIAL (A2)
A saída de May - Sobre a renúncia da primeira-ministra e o brexit-
Militares soltos - A respeito de ação absurda que matou dois no Rio.
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25 de maio de 2019

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O Globo

Manchete: Guedes pode sair se reforma não for aprovada, diz Bolsonaro

Presidente e ministro negam atrito e alertam Congresso e governadores de risco de caos econômico.


Após o ministro da Economia, Paulo Guedes, dizer à revista Veja que poderia “ir embora” caso a reforma da Previdência não fosse aprovada, o presidente Bolsonaro fez, no Nordeste, defesa enfática da proposta de reforma enviada ao Congresso, que prevê economia de R$ 1 trilhão. Bolsonaro negou atrito: “Se for uma reforminha ou não tiver reforma, não precisa mais de ministro da Economia, porque o Brasil pode entrar em caos econômico”. No fim do dia, disse em rede social que ‘‘o casamento segue mais forte que nunca’’. Guedes soltou nota expressando confiança no Congresso. (Página 21)

Queiroz pagou R$ 133 mil em dinheiro a hospital

Fabrício Queiroz, ex-motorista do senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), pagou em dinheiro R$ 133,58 mil ao Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, pela cirurgia de retirada de câncer de cólon a que foi submetido, informam os repórteres Chico Otavio e Gustavo Schmitt. (Página 6)

Suspensão de voos abre caminho para o fim da Avianca - Ao suspender ontem, temporariamente, as operações da Avianca por questões de segurança, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) abriu caminho para o fim da empresa, avaliam integrantes do governo e analistas. Sobrecarga de trabalho dos pilotos foi um dos motivos. (Página 23)

MERVAL PEREIRA - Projeto sobre lucro de imóveis é mais amplo (Página 2)

PATRÍCIA KOGUT - Lucélia Santos e Edwin Luisi juntos em Portugal (Segundo Caderno)

MÍRIAM LEITÃO - Governo deve refletir sobre seu desgaste (Página 22)

JOSE EDUARDO AGUALUSA - Um prêmio justo a Chico Buarque (Segundo Caderno)

CLAUDIA SARMENTO - Renúncia não encerra saga (Página 26)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Governo quer usar Fundo Amazônia para desapropriações - Doado por Noruega e Alemanha para combater o desmatamento, dinheiro serviria para indenizar donos de propriedades que ficam em áreas de conservação.

O governo quer usar o Fundo Amazônia, criado com dinheiro doado por Noruega e Alemanha e calculado em R$ 3,4bilhões, para indenizar e retirar donos de propriedades privadas de áreas de conservação. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, muitas unidades ambientais foram criadas em locais onde já havia famílias que, com isso, passaram a viver em situação irregular. As indenizações, então, seriam pagas para que elas deixassem o lugar. Só no Parque Nacional da Lagoa do Peixe (RS), por exemplo, produtores rurais e pescadores teriam direito a R$ 2 bilhões. Criado em 2008, o Fundo Amazônia apoia iniciativas de combate ao desmatamento da região amazônica e não permite esse tipo de destinação. O Brasil, no entanto, tem autonomia para escolher os programas beneficiados, mas as iniciativas são monitoradas pelos doadores. O tema será tratado com Noruega e Alemanha. (Metrópole/Pág. A22)

Empresas do cartel de trens em SP devem ser condenadas - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) deve julgar em junho as empresas acusadas de formação de cartel para fraudar licitações de trens e metrô em São Paulo. A tendência é de condenação, informa Lorenna Rodrigues. A área técnica do Cade, a procuradoria-geral do órgão e o MPF pediram punição. O caso envolve contratos que somaram R$ 9,4 bilhões entre 1998 e 2013. (Política/Pág. A4)

Governo de SP apoia Cade - A Secretaria de Transportes Metropolitanos afirmou ser de seu interesse que empresas que fraudaram licitações sejam punidas. (Pág. A4)

TRF bloqueia R$ 258 mi de senador líder do governo - Em investigação de esquema de corrupção na Petrobrás, o TRF-4 determinou bloqueio de R$ 3,6 bilhões de políticos de MDB, PSB e PP e de empresas. Entre os alvos está o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE). O senador terá bens congelados no valor de até RS 258 milhões. (Política/pág. A8)

Queiroz pagou conta de R$ 133 mil em dinheiro (Política/Pág. A10)

Anac suspende todos os voos da Avianca (Economia / Págs. B11 e B12)

Mercado de trabalho gera 129 mil vagas em abril - Em resultado considerado surpreendente, o País registrou a criação de 129.601 empregos formais em abril. O governo e o mercado esperavam cerca de 80 mil vagas, após a perda de 42 mil postos de trabalho em março. No acumulado do 1° quadrimestre, o saldo é positivo em 313.835 vagas. (Economia/Pág.B6)

JOÃO DOMINGOS - Congresso toca agenda própria. Manifestações dirão se deve seguir nesse caminho. (Política/ Pág. A8)

FERNANDO REINACH - Descobriu-se que fungos surgiram há 1 bilhão de anos. Que direito temos de destruí-los? (Metrópole / pág. A23)

Notas & Informações

Profissão de fé política- O legado democrático de Joaquim Nabuco, de defesa dos valores da representação política, há de ser defendido dos aventureiros, hoje e sempre. (Pág. A3).

Emprego não é ‘milagre’- Bolsonaro contribui para piorar as perspectivas do mercado de trabalho ao desperdiçar o clima gerado por sua eleição. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Guedes e Bolsonaro veem caos em 2020 se reforma não sair - Jair Bolsonaro (PSL) elevou o tom ontem do discurso em tomo da urgência da aprovação da reforma da Previdência, após o ministro Paulo Guedes afirmar que renunciará se a proposta do governo virar uma “reforminha”.

APEC (Proposta de Emenda à Constituição) prevê uma economia de mais de R$ 1 trilhão em dez anos. Guedes, em entrevista à revista Veja, também disse que o país pode quebrar já em 2020 sem as mudanças. No Recife, em sua primeira visita ao Nordeste, Bolsonaro declarou que o ministro tem o direito de deixar o governo, pois “está vendo uma catástrofe” caso o projeto não avance. Voltou ao tema outras vezes no dia.
O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, Marcelo Ramos (PR-AM), afirmou que, com ou sem Guedes no governo, a proposta vai ser aprovada.

“A Câmara tem compromisso com a reforma independentemente desse discurso que beira a chantagem. Com ele ou sem ele, vai ter reforma.” (Mercado A21)

Mais Médicos encolhe nas regiões mais populosas - Governo Bolsonaro optou por renovar vagas apenas em cidades classificadas de maior vulnerabilidade, até que haja a substituição do Mais Médicos por programa a ser criado. Cidades de perfis maiores, como capitais, municípios em regiões metropolitanas e outras com mais de 50 mil habitantes, têm ficado de fora de editais e de reposições, (Cotidiano B1)

Crescem serviços de internação fora de hospitais - Tendência mundial, desospitalização mira pacientes internados que podem ser cuidados fora de hospitais. Apesar do crescimento da demanda por esses serviços no país, ainda não há regulamentação das agências reguladoras de saúde (Anvisa e ANS). (Saúde B7)

Mantega vira réu em ação sobre empréstimo do BNDES à JBS (Pág. A28)

Palocci diz que André Esteves pagou para ser o ‘banqueiro do pré-sal’ (Pág. A10)

Justiça bloqueia R$ 3,6 bi de MDB-RO, PSB e de políticos na Lava Jato (Pág. A10)

CLÓVIS ROSSI - Política britânica tornou-se um combate fratricida (Mundo A17)

MARCOS SAWAYA JANK -Chegou a hora de voltar ao Brasil- Vivi quatro anos na Ásia, a região mais dinâmica e populosa do planeta. Chegou a minha hora de voltar ao Brasil e restituir uma parte do que aprendi para as novas gerações. Despeço-me desta coluna. (Mercado A31)

EDITORIAL (A2)

A saída de May - Sobre a renúncia da primeira-ministra e o brexit-

Militares soltos - A respeito de ação absurda que matou dois no Rio.
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quinta-feira, 23 de maio de 2019

23 de maio de 2019


Movidos a carvão e lenha - Um quinto das famílias do Brasil, ou 14 milhões dos domicílios, usa lenha ou carvão para cozinhar, segundo IBGE. Câmara tira Coaf de Moro, destacam os jornais.  ‘Lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático', afirmou ministro da Justiça. - Abaixo, resumo capas: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/

O Globo

Manchete: Câmara mantém Ministério de Bolsonaro, mas tira Coaf de Moro - ‘Lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático', afirmou o ministro da Justiça.

Após acordo com o Palácio do Planalto, a Câmara aprovou ontem o texto-base da Medida Provisória 870, mantendo a estrutura do governo federal com 22 ministérios, como proposto pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro. Em derrota esperada, mas com placar apertado, os deputados retiraram o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) das mãos do ministro da Justiça, Sergio Moro, devolvendo o órgão à pasta da Economia. “Lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático”, disse Moro. Divergências sobre o poder de investigação dos auditores fiscais levaram à suspensão da sessão, o que adiou ida da MP ao Senado. (Página 4)

Após protestos, governo reduz cortes do MEC - Uma semana após as manifestações contra cortes de verbas da educação em todo o país, o Ministério da Economia anunciou a liberação de R$ 1,6 bilhão para o MEC. O dinheiro sairá da reserva orçamentária do governo federal, reduzindo o contingenciamento inicial de R$ 7,4 bilhões. (Página 25)

Planalto recua, e venda de fuzil será vetada a civis - Após críticas, o presidente Bolsonaro recuou no decreto das armas. Ficou proibido o porte (nas ruas) de fuzis pela população, e o Exército adiantou que também vetará a posse (em casa) deste tipo de armamento. Caberá à Força definir, em 60 dias, as armas que serão permitidas a civis. Especialistas ainda veem ilegalidades no decreto. (Página 6)

Movidos a carvão e lenha - Um quinto dos lares improvisa na cozinha. Um quinto das famílias do Brasil, ou 14 milhões dos domicílios, usa lenha ou carvão para cozinhar, um salto de 27% entre 2016 e 2018, segundo pesquisado IBGE. No Sudeste, o aumento chegou a 60%. Empobrecimento com a crise econômica e alta do botijão produziram o resultado. (Página 17)

Aéreas criticam volta da franquia de bagagem - O Senado concluiu a votação da MP das Aéreas, que abre o setor às empresas estrangeiras. O texto, porém, restituiu a franquia de uma bagagem de até 23kg por passageiro. A Iata, que reúne 300 companhias, diz que a medida cria insegurança jurídica e afugentará grupos internacionais interessados em atuar no Brasil. (Página 20)

Witzel promete retirar do currículo curso em Harvard que não fez (Página 16)

Avança reforma tributária feita pelo Legislativo (Página 19)

CCJ aprova que homofobia vire crime (Página 26)

Compra da Avon leva Natura à liderança mundial em vendas diretas (Página 21)

MERVAL PEREIRA - Governo estuda nova taxa para lucro imobiliário (Página 2)

ASCANIO SELEME - Entorno do presidente deve deixá-lo governar (Página 3)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Câmara aprova MP que reduz ministérios, mas Moro perde Coaf - Derrota do ministro, que lamentou o resultado, foi articulada pelo Centrão.

A Câmara aprovou a medida provisória da reforma administrativa de Jair Bolsonaro que reduziu de 29 para 22 o número de ministérios. Apesar dessa vitória do governo, o Centrão, em conjunto com partidos de oposição, retirou o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) da jurisdição do ministro Sérgio Moro (Justiça), devolvendo o órgão para o Ministério da Economia. A justificativa foi a de que em diversos países o órgão de inteligência financeira é vinculado à pasta da Economia e que não é possível o Brasil mantê-lo na Justiça apenas pela experiência de Moro no combate à corrupção. O Coaf - órgão de inteligência que fiscaliza atividades financeiras -teve participação ativa na Lava Jato e foi um pedido de Moro a Bolsonaro ao assumir a pasta. O ministro não escondeu sua decepção. “Lamento o ocorrido. Faz parte do debate democrático”, afirmou. Se quiser alterar o texto aprovado ontem, o governo corre o risco de ver toda a MP perder a validade por perda de prazo. (Política/pág. A4)

Reforma tributária passa na CCJ - Comissão da Câmara aprovou tramitação de reforma tributária de iniciativa da própria Casa, que decidiu não esperar proposta do governo. Texto une IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS num único imposto. (Pág. B6)

Rompimento de barragem em MG deve afetar 10 mil - O iminente rompimento da barragem da Vale em Barão de Cocais (MG) deve complicar o cotidiano de 10 mil pessoas em três cidades e provocar a inundação de áreas urbanas e rurais, além de devastar locais de preservação permanente ao longo dos rios atingidos. E o que mostra estudo de impacto, obtido pelo Estado. Ruas de nove bairros da cidade, que estão na rota dos rejeitos, tiveram o meio-fio pintado de laranja. O fórum e uma escola mudaram de lugar. A maior preocupação é com localidades próximas das margens do Rio São João. (Metrópole/Pág. A20)

Após protestos, governo diminui corte no MEC em R$ 1,6 bi - Após protestos contra cortes no MEC, na semana passada, o governo desbloqueou ontem R$ 1,59 bilhão da pasta, que continuará com R$ 5,4 bilhões contingenciados. O dinheiro sairá de reserva que a equipe econômica mantém para emergências. Ao mesmo tempo, foi anunciado o contingenciamento de mais R$ 2,2 bilhões no Orçamento da União. A estimativa de alta do PIB foi revista, de 2,2% para 1,6%. (Economia/ pág. B1)

Novo decreto veta fuzil a civis, mas libera para as áreas rurais - Publicado ontem, um novo decreto presidencial sobre o porte de armas de fogo veta o acesso da população a armamento pesado, como fuzis. Moradores de áreas rurais, porém, terão acesso a fuzis, carabinas e espingardas, segundo o governo. Especialistas dizem que texto não é claro. Indagado sobre os fuzis, o ministro Sérgio Moro (Justiça) disse que o Exército definirá as armas permitidas. (Metrópole/pág. A18)

Caixa devolverá R$ 3 bi à União - Reembolso se refere a empréstimos feitos no governo de Dilma Rousseff. Movimento será seguido por outros bancos estatais. Governo espera receber R$ 30 bilhões este ano. (Pág. B5)

Outras mudanças - Decreto estabelece idade mínima de 14 anos para tiro esportivo, dá à Anac poder de decisão sobre armas em voos comerciais e amplia lista de categorias que podem portar armamento, (Pág. A18)

Natura compra Avon e se torna 4º grupo de beleza do mundo - A Natura anunciou ontem a compra da Avon, operação que vai transformá-la no quarto maior grupo de cosméticos do mundo. Segundo fontes ligadas ao negócio, a Avon foi avaliada em US$ 3,7 bilhões (R$ 15 bilhões) - a transação não inclui os negócios da marca nos EUA Com a compra, a Natura & Co passará a ter receita anual superior a US$ 10 bilhões e 40 mil colaboradores em cem países. (Economia / pág. B12)

STF limita acesso a remédio sem registro-O Supremo impôs restrições ao fornecimento de medicamentos que não tenham registro na Anvisa, mas manteve a possibilidade em casos excepcionais. (Metrópole / pág. A19)

WILLIAM WAACK - Jair Bolsonaro está perdendo o sentido de urgência para o que realmente importa para o País. (Política/Página. A8)

CELSO MING - Líderes de movimentos nacionalistas se agarram ao bordão “farinha pouca, meu pirão primeiro". (Economia/Pág. B2)

COLUNA DO BROADCAST - Odebrecht vende prédio-sede em SP (Economia/Pág. B2)

NOTAS & INFORMAÇÕES

Bolsonaro e o ‘povo’ - Jair Bolsonaro faz o oposto do que o povo esperava que fizesse e seu governo se escora nos devotos da seita bolsonarista. É preciso fé para acreditar que isso pode dar certo. (Pág. A3)

Emenda melhor que o soneto - Ideia do Congresso de apresentar substitutivo da reforma da Previdência pode ser positiva. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Centrão e Maia aprovam MP de Bolsonaro; Moro perde - Bloco empurra Congresso na aprovação da reestruturação do governo, mas retira Coaf da Justiça.

Em demonstração de força do centrão e de Rodrigo Maia (DEM-RJ), o plenário da Câmara aprovou ontem a medida provisória de Jair Bolsonaro (PSL) que reestrutura o governo. O texto ameaçava caducar pela falta de articulação política do presidente e de seu partido. A votação ocorreu graças a acordo entre Maia e Onyx Lorenzoni (Casa Civil). O ministro se comprometeu com o presidente da Câmara a tentar conter a atuação do PSL. Na véspera, Maia tornou público seu rompimento com o líder do governo, Major Vitor Hugo (PSL-GO).

O centrão ainda derrotou o ministro da Justiça, Sérgio Moro, retirando de sua pasta o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), por 228 votos a 210 —em votação nominal, que foi solicitada pelo PSL. O órgão voltará a ser da alçada do Ministério da Economia. Outros destaques ao texto ainda seriam votados à noite. A medida provisória, que reduziu a quantidade de ministérios do governo Bolsonaro de 29 para 22, segue na sequência para o Senado, onde precisa ser aprovada até o dia 3 de junho para que não perca a validade. (Poder A4)

Senado libera capital estrangeiro em aéreas e bagagem gratuita (Pág. A22)

Pressionado, presidente muda decreto sobre porte - Sob pressão do Legislativo e do Judiciário, Jair Bolsonaro recuou e fez alterações no decreto sobre o porte de armas e munição. A nova versão da medida proíbe que cidadãos comuns portem armas como fuzis, espingardas e carabinas. Também estabelece em 14 anos a idade mínima, com autorização dos pais, para a prática de tiro esportivo. (Cotidiano B1)

Na contramão de Guedes, Doria anuncia política industrial em SP - Gestão elegeu 11 setores, que representam 75% da indústria de transformação, para montar pacote de benefícios, como regimes tributários e financiamentos. (Mercado A19)

CCJ da Câmara aprova reforma tributária criada no Legislativo - O texto, que segue agora para comissão especial, foi articulado pelo Legislativo, sem a ajuda do governo, com base na proposta do economista Bernard Appy. (Mercado A24)

Natura compra Avon e se torna a 4ª maior do setor - A Natura confirmou a aquisição da Avon em uma operação de troca de ações. Combinadas, as empresas passam a ter faturamento anual superior a US$ 10 bilhões (R$ 40,2 bilhões) e a formar o quarto maior grupo exclusivo de beleza no mundo. (Mercado A23)

Após protestos, governo usa reserva para liberar verba para educação (Pág. B2)

STF decide que Estado pode ter de fornecer remédio sem registro (Pág. B9)

Com sinalização do Planalto, Dodge já pensa em novo mandato (Pág. A8)

Witzel inclui Harvard em currículo sem nunca ter estudado lá (Pág. A10)

Laura Carvalho- Empresário não vai investir baseado em algo místico (Pág. A23)

Editorial (A2)

Fora do alvo - Sobre revisão de decreto que amplia porte de arma.

Homofobia, justiça e lei - Acerca de criminalização a ser decidida pelo STF.

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