terça-feira, 4 de junho de 2019

04 de junho de 2019


@ElianeCantanhêde escreve: "O destino do PSDB e do DEM está diretamente vinculado ao futuro do bolsonarismo e ao sucesso ou fracasso do governo. No @Globo: @Merval Pereira diz q/políticos fazem jogo de empurra c/reforma” e @MÍRIAM LEITÃO afirma que retirada dos estados é um erro enorme.Aqui resumo das notícias das capas: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/

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O Globo

Manchete: Reforma pode abranger só os 10 estados mais endividados - Casos serão analisados em combinação com percentual de idosos na população.

Proposta apresentada por consultores do Congresso, com aval do governo, está sendo avaliada pelo relator da reforma da Previdência, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), após reação dos governadores à exclusão de estados e municípios do texto. A ideia é que eles sejam incluídos nas novas regras de forma automática, de acordo com o nível de endividamento e a proporção de idosos na população. Com a medida, dez estados entrariam na reforma, entre eles o Rio. Os demais estados poderiam aderir mediante mudança na lei ordinária. (Página 15)

Oferta de verba do Planalto em troca de apoio opõe bancadas

Promessa do Planalto de liberar R$ 10 milhões por semestre para cada deputado votar a favor do governo, apresentada pelo ministro Onyx Lorenzoni mês passado, encontra resistência no centrão. Com a aprovação do Orçamento Impositivo, parlamentares dizem que não precisam do Executivo para obter verbas. (Página 4)

MPF quer reaver R$ 4,1 bi de grupo de Cabral e empresas

O Ministério Público Federal (MPF) cobra na Justiça R$ 4,1 bilhões do ex-governador Sérgio Cabral e de outras 29 pessoas físicas e jurídicas por desvios em diversas obras no estado. Montante é maior do que a soma de tudo que já foi bloqueado de investigados, repatriado ou pago por delatores na Lava-Jato do Rio. (Página 7)

Comissão do impeachment pede suspensão de contratos

A comissão da Câmara municipal que analisa o pedido de impeachment de Crivella vai pedir a suspensão de contratos com empresas de publicidade citadas na denúncia. (Página 9)

MERVAL PEREIRA - Políticos fazem jogo de empurra com a reforma (Página 2)

MÍRIAM LEITÃO - Retirada dos estados é um erro enorme (Página 16)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Sem base no Congresso, Bolsonaro bate recorde de decretos desde Collor - Ele editou 157 atos; medidas são questionadas no Parlamento e no STF

Sem uma base consolidada no Congresso, Jair Bolsonaro já editou 157 decretos desde a posse, ficando atrás apenas de Fernando Collor, que assinou 486 atos do tipo em 150 dias de governo. Apesar de legítimas - não há limite para o uso desse dispositivo pelo chefe do Poder Executivo -, as medidas têm sofrido contestações. Só na Câmara, há 117 pedidos contra 20 decretos do presidente. No STF outras sete ações discutem a legalidade das “canetadas” de Bolsonaro - todas questionam os fundamentos usados pelo governo para mudar normas sem consultar o Congresso. É o caso do decreto que amplia comercialização e posse de armas no País, alvo de dispositivo legal dos parlamentares para anular o ato presidencial. Para o constitucionalista Flavio Pansieri, é “natural” um governo que não é de continuidade propor mais decretos, uma vez que, em tese, se opõe a políticas públicas adotadas anteriormente. (Política / Pág. A4)


Senado aprova pente-fino em benefício pago pelo INSS

Por 55 votos a 12, o Senado aprovou MP que determina um pente-fino nos benefícios do INSS e modifica regras para a concessão de aposentadoria rural, acabando com o papel de sindicatos no cadastro do trabalhador do campo. O governo considera a medida um dos alicerces da reforma da Previdência em tramitação na Câmara. (Pág. B1)

Impasse sobre Estados

A presença de Estados e municípios no texto da reforma da Previdência é incerta. Líderes no Congresso têm receio da repercussão política. (Pág. B5)

Entrevista Tasso Jereissati SENADOR (PSDB-CE)

Conselheiro do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP),Tasso Jereissati afirmou não ver saída para a sucessão de crises no atual sistema político, o qual considera “torto e falido”. “Não serve mais. É crise após crise. Não tem clima mais para impeachment”, disse. O tucano aposta no parlamentarismo, mas avaliou ser inoportuna a discussão neste momento. (Política / pág. A8)

Anvisa libera a venda de insulina inalável

A Anvisa liberou a comercialização de insulina inalável. A substância é vendida em pó, em três dosagens, e pode ser usada por quem tem diabete dos tipos 1 e 2. Há limitações: não substitui todas as aplicações diárias de insulina e é contraindicada para menores e pacientes com problemas pulmonares. (Metrópole / pág. A14)

Troca de plano empresarial tem nova regra

A principal mudança, em vigor desde ontem, é a possibilidade de clientes de convênios coletivos empresariais migrarem para outros planos sem cumprir os prazos previstos pela nova operadora. A troca só era permitida para beneficiários de planos individuais, familiares e coletivos por adesão. (Metrópole / pág. A14)

Reunião pode decidir futuro da Odebrecht (Coluna do Broadcast / Pág. B2)

ELIANE CANTANHÊDE - O destino do PSDB e do DEM está diretamente vinculado ao futuro do bolsonarismo e ao sucesso ou fracasso do governo. (Política / pág. A8)

PEDRO FERNANDO NERY - Emenda na reforma da Previdência propõe usar com crianças, em especial as na 1ª infância, parte do dinheiro economizado. (Página. B7)

Notas & Infomações

O verdadeiro ônus político - Ele recairá sobre aqueles que dificultarem a reforma da Previdência, condição indispensável para evitar o iminente colapso das contas públicas em todos os níveis. (Pág. A3)

O drama da falta de trabalho - Esse é o retrato social mais dramático de um país que não vê saídas num prazo razoável. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Senado aprova, no último momento, MP do pente-fino - Medida que endurece a fiscalização do INSS é aprovada a horas de caducar, e governo salva R$ 9,8 bilhões por ano.

A horas de perder sua validade, a medida provisória que endurece as regras de fiscalização do INSS passou no Senado na noite de ontem e manteve viva uma expectativa de economizar R$ 9,8 bilhões anuais. A votação, 55 a 12, só aconteceu após o governo fazer um acordo com a oposição, que ameaçava não dar quórum em uma segunda-feira. Pelo texto aprovado, o trabalhador rural poderá fazer autodeclaração de atividade no campo, validada por órgão público, até 2023. Depois, terá que se inscrever no Cadastro Nacional de Informações Sociais para comprovar tempo de serviço. O governo acordou com o relator prever um gatilho, para estender esse prazo, na reforma da Previdência. AMP 871 estabelece regras mais rígidas para benefícios como o auxílio-reclusão,pago a dependentes de presidiários, e tira de sindicatos rurais o poder de comprovar a atividade no campo. Bônus a servidores do INSS para intensificar a identificação de fraudes também está previsto na medida, mas o Congresso precisa autorizar a despesa. (Mercado A15)

Reforma pode incluir só estados endividados

Relator e equipe econômica analisam emenda que estende a reforma da Previdência apenas para estados com relação dívida / receita de 70% ou mais. (Pág. A16)

Exportação de carne para a China é suspensa após caso de vaca louca (Pág. A19)

Nova portabilidade de planos de saúde permite mudança sem carência (Pág. B2)

Editorial (A2)

Omissão estadual - Sobre risco de limitação da reforma da Previdência.

Escalada das milícias- Acerca de atuação de grupos paramilitares do Rio.

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segunda-feira, 3 de junho de 2019

03 de junho de 2019


Rodrigo Maia abre a  semana mostrando sua força na mídia com manchetes no Globo e Estadão afirmando que governo não tem agenda ampla para o País e que se o Congresso não aprovar as reformas o Brasil vai para o colapso social. Aqui resumo das capas: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/

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03 de junho de 2019

O Globo

Manchete: Governo não tem agenda ampla para o país, diz Maia

Presidente da Câmara afirma que Previdência não é plano, e sim ‘necessidade’, e que há ‘zero de verdade' na informação de que o pacto republicano está selado.


Alvo recorrente de críticas de apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirma em entrevista ao GLOBO que a crise econômica só terá solução se os poderes Executivo e Legislativo trabalharem juntos: “Quem quer mudar o Brasil tem que compreender que só com alianças consegue aprovar as emendas que podem tirar o país da linha do colapso social”. Para ele, o governo ainda não tem uma “agenda ampla”. “Previdência é uma necessidade. Não resolve educação, médico, crescimento ou desemprego”, disse Maia, segundo o qual há “zero de verdade” na ideia de que o pacto republicano está selado. (PÁGINA 4)

Estados poderão ter opção de aderir às regras da reforma

Comissão Especial estuda dar prazo para que os governos regionais ratifiquem ou desistam das regras federais para aposentadoria. (PÁGINA 17)

Nem os juros baixos estimulam a tomada de crédito por empresas

Atividade econômica fraca e incerteza política adiam investimentos, e volume de crédito para empresas recua ao nível de outubro. (PÁGINA 15)

Reitora da UFRJ quer liberação de verbas para o Museu Nacional

Denise Pires de Carvalho se reunirá esta semana com representantes do MEC e quer iniciar obras de fachada e telhado da instituição. (PÁGINA 19)

Ibope: 73% dos brasileiros são contrários ao porte de armas

As mulheres (80%) e os moradores da Região Sudeste (76%) são os grupos que mais rejeitam a autorização. (PÁGINA 7)

Colunistas

FERNANDO GABEIRA - Brasil se isola com sua política ambiental (PÁGINA 2)

ANTONIO GOIS- Fundeb é um tópico urgente na pauta de Brasília (PÁGINA 19)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: ‘Sem aprovar reformas, vamos para o colapso social’, afirma Maia - Para presidente da Câmara, só mudar Previdência não tira País da crise.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu, em entrevista a Andreza Matais e Vera Rosa, a aprovação de uma agenda de reformas para evitar um “colapso de ruptura das relações sociais”. “Chegamos a um ponto em que, ou nós construímos essa agenda em conjunto, ou vamos juntos para o colapso. É nisso que vai chegar.” Ele disse ainda ter certeza de que as novas regras da aposentadoria serão aprovadas – mas que não são suficientes para acabar com a crise econômica – e que, sem a sua atuação, a reforma ainda estaria “engavetada”. Sobre o governo Bolsonaro, afirmou que sofre com a redução de expectativas positivas. Maia ainda criticou o ministro da Educação, Abraham Weintraub, e minimizou os ataques sofridos nos protestos de rua. “O movimento ataca aqueles que têm salvado o governo. Mas acho que o tempo vai mostrar a eles que o Parlamento também tem legitimidade.” (POLÍTICA / PÁG. A4)

Sem reforma, déficit de Estados deve crescer 300% até 2060

O déficit dos Estados, hoje perto de R$ 100 bilhões, deve quadruplicar até 2060, segundo a Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. O passivo previdenciário atual e futuro dos governos estaduais é maior que a dívida deles com bancos e a União. A inclusão de Estados e municípios na reforma da Previdência virou impasse diante da resistência da Câmara em assumir o ônus político. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3)

Contra crise, governadores fazem consórcio

Nos três primeiros meses do governo Bolsonaro, 24 Estados se organizaram em três novos consórcios para aumentar o poder de negociação com a União, reduzir preços de fornecedores e melhorar gestão de rodovias e bacias hidrográficas. Crise fiscal e falta de ajuda federal impulsionam a união. (POLÍTICA / PÁG. A10)

Ameaçados, sete deputados têm escolta (POLÍTICA / PÁG. A14)

Casos de dengue crescem 432% no País (METRÓPOLE / PÁG. A20)

Colunistas

CIDA DAMASCO - A esperança deu lugar ao desânimo geral e o desempenho da economia é visto como causa e consequência disso. (ECONOMIA / PÁG. B5)


FETHULLAH GULEN - Confio que o Brasil enviará mensagem a Erdogan de que estender sua caça às bruxas ao mundo não é aceitável. (INTERNACIONAL / PÁG. A17)

Notas & Informações

Um desastre em vermelho - Enquanto as contas primárias permanecem no vermelho, os juros se acumulam. Como consequência, a dívida do governo geral continua aumentando como porcentagem do PIB. (PÁG. A3)


Direito à educação - Índice do Direito à Educação constata que o Brasil, apesar de ter boa estrutura normativa sobre educação, é deficiente na sua execução. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: De 8 vacinas infantis, país atinge meta apenas em 1

Brasil enfrenta queda na imunização e cumpre objetivo só contra tuberculose - Das oito principais vacinas indicadas para bebês, apenas uma atingiu, em 2018, a meta recomendada (cobertura de 90%) —caso da BCG, que previne contra a tuberculose e é aplicada normalmente em maternidades. O Brasil vem enfrentando, nos últimos três anos, uma queda na imunização. As demais vacinas infantis, que incluem pólio, meningite e rotavírus, tiveram coberturas entre 80% e 91,5%, mas a meta é 95%. O menor índice foi o da hepatite A (81%). O Ministério da Saúde contratou inquéritos vacinais em cinco capitais para entender o que está acontecendo com os pais. A boa notícia é que, em 2018, algumas vacinas tiveram estabilidade ou apresentaram sinais de melhora em comparação ao ano anterior (como a da pólio). Para a pasta, isso indica que o país está revertendo a tendência de queda. Os dados, porém, ainda são encarados com preocupação. Sem conseguir interrompera transmissão de sarampo reiniciada no ultimo ano, o Brasil perdeu a chancela de país livre da doença. Além do sarampo, outras doenças têm provocado alerta, como a difteria, registrada na Venezuela, e a pólio, ainda endêmica em três países. (Cotidiano B1)

‘Eu vou dar um pit-stop na política’, diz tucano

Entrevista da 2ª - GERALDO ALCKMIN - Após um silêncio de oito meses, o ex-governador anuncia que vai se afastar por um tempo da política. “Gosto muito de estudar. O futuro a Deus pertence.” De volta à medicina e ao magistério, Alckmin critica Jair Bolsonaro por não ter um plano e fazer o país perder tempo e manda recados para João Doria, novo expoente do PSDB. (A18)

Gestão Doria aponto índicio de fraude em obra do Rodoanel

Trecho Norte ainda não concluído apresenta problemas e passa por auditoria do governo, que aponta falta de atestados e descontrole em pagamentos. (Poder A4)

Ministro quer trocar Inpe por empresa privada

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, culpa o monitoramento, feito pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), pela ineficácia no combate ao desmatamento e e quer trocá-lo por empresa privada. (Ambiente BS)

Editoriais

Trator ruralista - Sobre tentativa de flexibilizar o Código Florestal.


O lugar do Coaf - Acerca de devolução do órgão à área econômica. (Opinião A2)

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domingo, 2 de junho de 2019

02 de junho de 2019


@ Merval Pereira alerta: “Bolsonaro pode estar com estresse pós-traumático”.  @Eliane Cantanhêde: “Aparentemente, Bolsonaro gosta de todo o foco nele, não no governo e no País”.@ Samuel Pessôa - Congresso não arruma política fiscal. previdência não anda e novos impostos não são criados. Assim, investimento não voltará. Aqui resumo das capas: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/

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02 de junho de 2019

O Globo

Manchete: Governadores querem que relator mantenha estados na reforma da Previdência - Sem a medida, crise fiscal dos governos regionais se agravaria, e a União teria de socorrê-los, alertam.

Governadores de diversos partidos, do tucano João Doria (SP) ao petista Wellington Dias (PI), alertaram que a exclusão de estados e municípios da reforma da Previdência, como estuda o relator da proposta na Câmara, poderá ampliar a crise fiscal dos governos regionais. Isso criaria inclusive problemas para a União, que teria de socorrê-los. Eles defenderam que o assunto seja resolvido pelo Congresso e prometeram mobilizar as bancadas federais, que resistem a mexer na aposentadoria dos servidores de suas bases eleitorais. O presidente Bolsonaro se alinhou aos governadores, mas afirmou caber ao Parlamento a decisão. O relator Samuel Moreira (PSDB-SP) disse que levará o tema, “polêmico e grave”, aos líderes partidários antes de concluir seu texto. (PÁGINA 31)

Ex-assessores têm dificuldade de explicar trabalho para Flávio - Quatro ex-assessores do hoje senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), todos parentes de sua ex-madrasta Ana Cristina Siqueira Valle, têm dificuldades para comprovar que trabalharam para o então deputado estadual, às vezes por mais de uma década. Eles viviam em Resende, interior do Rio. Alguns nunca tiveram crachá funcional. Um cursou faculdade em tempo integral e morou em outro estado, mesmo lotado no gabinete. Flávio disse que eles eram “qualificados para as funções”, mas não esclareceu o que faziam. (PÁGiNAS 4 e 5)

Serviço público no Rio tem vagas que ninguém quer - Na cidade e no estado do Rio, há escolas, delegacias e postos de saúde com déficit de profissionais porque não há interessados nas vagas. Investigadores temem ser atacados em locais ermos, professores desistem de pagar do bolso o transporte para chegar a escolas, por exemplo. (PÁG 18)

Reflexões em marcha - O que pensam os generais no governo - Marcados pelo fim da ditadura, por missões internacionais e interlocução com civis, os generais que atuam na gestão Bolsonaro temem que tropeços do governo arranhem a imagem que Forças Armadas construíram desde a redemocratização. (PÁGINAS 12 e 13)

Colunistas

MERVAL PEREIRA - Bolsonaro pode estar com estresse pós-traumático (PÁGINA 2)


ASCÂNIO SELEME - No Brasil, não há responsáveis pelas mazelas (PÁGINA 16)


MÍRIAM LEITÃO - À beira da recessão, país perde tempo com irrelevâncias (PÁGINA 32)


ELIO GASPARI - A fábula do investidor de fora no Brasil (PÁGINA 14)


LAURO JARDIM - Petrobras terá de vender 50% das refinarias (PÁGINA 6)


DORRIT HARAZIM - Bolsonaro vive em solo intergaláctico (PÁGINA 3)


BERNARDO MELLO FRANCO - Museu Nacional com caixa zerado (PÁGINA 3)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Desempregado sem formação não consegue nem trabalhos básicos - País tem 635 mil pessoas consideradas de difícil recolocação; número deve crescer.

Dos 11,8 mil postos de trabalho oferecidos em mutirões de emprego nos últimos dois anos, 60% não foram preenchidos por falta de qualificação dos candidatos. Segundo empresas de recrutamento, a recolocação no mercado de trabalho é mais difícil para quem tem até o ensino fundamental, menos de 20 e mais de 45 anos e está há mais de um ano desempregado. Poucos anos de estudo, falta de conhecimentos básicos em informática e inglês e dificuldade de se expressar são outros obstáculos quando as exigências das empresas aumentam diante da grande oferta de mão de obra e da evolução tecnológica. Nas contas de economistas, 635 mil dos 13,4 milhões de desempregados do País são considerados de difícil recolocação, número que deve saltar para 1,4 milhão na próxima década. (ECONOMIA / PÁGS. B1 e B4)

Eleitor de 2º turno se afasta mais de Bolsonaro - Pesquisa do instituto Ideia Big Data mostra que Jair Bolsonaro vem perdendo mais apoio entre eleitores que votaram nele apenas no segundo turno. O desgaste é maior entre mulheres de 25 a 40 anos, das classes B e C. (POLÍTICA / PÁGS. A4 e A10)

Áudios apontam repasse de R$ 1,8 mi a Paulinho (POLÍTICA / PÁG. A14)

'Articulação é desanimadora' - Entrevista - Affonso Celso Pastore. Economista diz que Bolsonaro tem a equipe econômica certa, mas falta articulação política. Para ele, além da Previdência, é preciso abrir a economia, reformar o sistema tributário e elevar a competitividade. (ECONOMIA / PÁG. B8)

Colunistas

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO - Tarefa dos que não acreditam em carisma e demagogos é reforçar a crença na democracia. (PÁG. A2)

ELIANE CANTANHÊDE - Aparentemente, Bolsonaro gosta de todo o foco nele, não no governo e nas soluções para o País. (POLÍTICA / PÁG. A10)

Notas&Informações

Uma vergonha nacional  - Estudos mostram que há muito a fazer na educação, em várias frentes. Planejamento, competência e coordenação são requisitos para o País avançar. (PÁG. A3)


O STF não pode criar leis - Não é papel do Supremo legislar e, menos ainda, legislar em matéria penal. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Proposta quer limitar MPs editadas pelo presidente - Projeto de senadores reduz número de medidas provisórias a apenas 5 por ano

Antigo desejo de deputados e senadores, a restrição à quantidade de medidas provisórias editadas pelo presidente da República está no topo da lista de ações do parlamentarismo branco que o Congresso promove em meio à desarticulação política de Jair Bolsonaro (PSL). Criadas pela Constituição de 1988 em substituição aos decretos-lei da ditadura, as MPs são o principal instrumento do Executivo para legislar. Têm força de lei, mas precisam ser aprovadas em até 120 dias pelo Congresso para virarem, de fato, uma lei. Não há limite ao seu uso. Proposta de emenda à Constituição, de autoria dos senadores Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Antonio Anastasia (PSDB-MG), limitaria as MPs do presidente a cinco por ano e não permitiria que versassem sobre temas que estivessem em tramitação no Congresso. Só nos seus primeiros meses de mandato, Bolsonaro editou 14 medidas provisórias. O número é menor do que o de Michel Temer (MDB) em igual período de sua gestão (23), mas supera os de Dilma Rousseff (PT) no início de seus dois mandatos (13 e 9). (Poder A4)

Relator da reforma cogita tirar estados e municípios - Após reunião com a equipe econômica, Samuel Moreira (PSDB) cogita excluir da reforma aposentadorias de servidores estaduais e municipais, além de não fixar prazo para aprovação de leis ordinárias nos legislativos locais. (Mercado A27)

SP gastou R$ 1,4 bi em 106 obras que hoje estão paradas - A Prefeitura de São Paulo gastou R$ 1,4 bilhão em obras que, por conta da crise econômica, de denúncias de irregularidades ou por mudança de prioridades, acabaram paralisadas, constatou auditoria do Tribunal de Contas do Município. De acordo com o TCM, há 106 obras paradas na cidade. Incluem projetos de saneamento, vias urbanas, escolas, unidades de saúde e parques, entre outros. Em média, os projetos estão sem andamento há cerca de três anos e meio. (Cotidiano B1)

Filosofia é pilar em academia onde Bolsonaro estudou - Vistas como secundárias pelo presidente, as disciplinas de filosofia e sociologia são consideradas essenciais na grade curricular dos oficiais na Academia Militar das Agulhas Negras, onde ele teve sua primeira formação na carreira militar. (Cotidiano B3)

Sexo, mentiras e tá ok - De 'golden shower' a piada de japonês, a obsessão fálica de Jair Bolsonaro (Ilustríssima p.4)

SAMUEL PESSÔA - Pibinho e conflito distributivo -
Com déficits seguidos e dívida pública em trajetória explosiva, o Congresso se recusa a arrumar a política fiscal. A reforma da Previdência não anda. Novos impostos não são criados. Assim, o investimento não voltará. (Mercado A30)

BRUNO BOGHOSSIAN - Moda do atraso em Brasília A Câmara gastou 30 minutos na última semana batendo boca sobre trocar ou não o termo “gênero” por “sexo” em cadastros do INSS, como se isso fizesse diferença. “É uma casa de loucos”, resumiu um deputado. (Opinião A2)

Editorial

Cuidado como vão - Sobre alta da desigualdade com paralisia econômica. (Opinião A2)

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sábado, 1 de junho de 2019

01 de junho de 2019


 
 
@JOÃO DOMINGOS no @Estadao:Bolsonaro pode ter feito um bem ao Congresso ao formar Ministério sem negociações partidárias- No @Globo: Maia (ao lado de Doria) fala em ‘projeto’ com PSDB em 2022 - Na @Folha: Subutilização da força de trabalho bate novo recorde no país - São 28,4 milhões de pessoas sem emprego ou que trabalham menos do que desejam- Aqui resumo das capas: https://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/
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01 de junho de 2019

O Globo

Manchete: Relator vai retirar estados e municípios da reforma - Decisão do deputado Samuel Moreira foi tomada em acordo com Planalto. Governadores e prefeitos terão que fazer aprovar leis ordinárias.

Um dos principais focos de resistência dos parlamentares, principalmente os do centrão, à aprovação da reforma da Previdência, a inclusão de estados e municípios será retirada do texto pelo relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), após acordo com o governo. Governadores e prefeitos terão que propor leis ordinárias nas assembleias e câmaras para que as novas regras de aposentadoria dos servidores da União sejam aplicadas aos seus regimes próprios, cujo déficit foi de R$ 88,5 bilhões em 2018. A aprovação da reforma é condição para que o governo federal dê garantia a empréstimos de estados em trocado ajuste fiscal. (Página 23)

Senado põe na pauta verba extra para governo - Sob o risco de o governo ficar sem lastro para honrar o pagamento a aposentados e beneficiários do Bolsa Família no segundo semestre, o Senado começa a discutir na terça-feira a concessão de um crédito emergencial para a União, que pode chegar aR$ 250 bilhões. (Página 24)

Bolsonaro quer evangélico no STF - Ao participar de convenção evangélica realizada em Goiânia, o presidente Jair Bolsonaro criticou o Supremo Tribunal Federal (STF) por estar “legislando” na questão da criminalização da homofobia. Ele sugeriu, ainda, que cogita nomear um evangélico para a Corte. Para juristas, preferência religiosa não pode ser fator determinante na escolha. (Página 6)

Dois milhões de vagas, e desemprego não cede - Carteira assinada cresce após quatro anos
A criação de dois milhões de vagas não reduziu o número de desempregados, o mesmo de um ano atrás. O contingente de 13,2 milhões de pessoas não cede porque mais membros das famílias buscam colocação, para reforçar a renda da casa. As vagas com carteira assinada subiram após quatro anos, mas mercado informal foi o que mais absorveu. (Pág.25)

Verba Federal - Fundo investe R$ 130 milhões em patrimônio histórico

MERVAL PEREIRA - Bolsonaro mistura suas opiniões com decisões de Estado (Página 2)

MÍRIAM LEITÃO - País que vira pária na área ambiental fica vulnerável (Página 24)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Bolsonaro defende agenda conservadora e critica o STF - Em Goiás, presidente sugere que pode indicar magistrado evangélico ao Supremo e almoça com caminhoneiros –

Em discurso na Convenção Nacional das Assembleias de Deus no Brasil, em Goiânia, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) criticou a atuação do STF ao enquadrar a homofobia como racismo, sem aguardar decisão do Congresso sobre o tema. O presidente sinalizou que pode indicar para a Corte um magistrado evangélico. “Será que não está na hora de termos um ministro do Supremo Tribunal Federal evangélico?”, perguntou, sob aplausos da platéia. A crítica à atuação do STF ocorreu três dias depois de articular um “pacto pelo Brasil” com o Judiciário e o Legislativo. Ainda em Goiás, e em mais um encontro com sua base eleitoral, Bolsonaro desceu de helicóptero em posto de gasolina de beira de estrada em Anápolis e almoçou com cerca de 30 caminhoneiros. Ele disse que seu governo não vai lotear cargos e só mudará sua postura “se alguém cassar” o seu mandato. (Política / Págs. A4 e A10)

Doria faz pente-fino no Rodoanel Norte - O governador de São Paulo, João Doria, está fazendo um pente-fino nos contratos do Rodoanel Norte. A auditoria, a cargo do IPT, identificou indícios de pagamentos indevidos em benefício de empreiteiras envolvidas na Lava Jato. A suspeita é de que trechos dados pela Dersa como prontos estariam inacabados. Em maio, Doria rompeu três contratos da obra, iniciada na gestão Alckmin. O Rodoanel Norte deveria ter sido concluído em 2016, ao custo de R$ 6,5 bilhões, mas já consumiu mais de R$ 10 bilhões. Em nota, Alckmin nega irregularidades. (Política/ pág. A12)

Governo pode excluir Estados e municípios da reforma - A equipe econômica admite excluir Estados e municípios da reforma da Previdência para conseguir aprovar a proposta no Congresso. O diagnóstico é de que deputados não querem assumir sozinhos o ônus de votar medidas consideradas impopulares. Calculada com base nos gastos federais, a economia de R$ 1 trilhão em dez anos não seria alterada. Estados e municípios teriam de aprovar reformas próprias. (Economia/ págs. B1 e B3)

Centrão apoia alternativa - Pelo menos 194 deputados apoiaram emenda proposta pelo PL para alterar a reforma da Previdência. A maioria é do Centrão, formado por PL, PP, DEM, PRB e Solidariedade, mas dois deputados do PSL também deram apoio. (Pág. B4)

Turquia pede ao Brasil extradição de refugiados - Opositores de Recep Tayyip Erdogan disseram que pelo menos mais dez pedidos de extradição foram feitos ao Brasil, além do caso de Ali Sipahi, que aguarda julgamento. Os refugiados são ligados ao movimento Hizmet, considerado terrorista por Erdogan. (/ Pág. A18)

Maia fala em ‘projeto’ com PSDB em 2022 - Na convenção do PSDB que elegeu Bruno Araújo (ao lado de Doria) presidente da sigla, Rodrigo Maia (DEM) defendeu "projeto único” para 2022. (Política/pág. A14)

Acordo de leniência da Braskem vai a R$ 2,8 bi (Economia/Pág. B7)

Acusado de interferir no caso Marielle é preso (Metrópole / Pág. A26)

JOÃO DOMINGOS - Bolsonaro pode ter feito um bem ao Congresso ao optar pela montagem do Ministério livre das negociações partidárias- (Política/ pág. A10)
NOTAS & INFORMAÇÕES
A quem interessa a polarização? - O momento crítico que o Brasil vive demanda sobretudo serenidade e disposição para o diálogo. O País não pode se perder em disputas estéreis. (Pág. A3)

Para aliviar a crise dos Estados - Governadores querem decisão sobre redução de jornada com corte de vencimentos. (Pág. A3)


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Folha de S. Paulo

Manchete: Subutilização da força de trabalho bate novo recorde no país - São 28,4 milhões de pessoas sem emprego ou que trabalham menos do que desejam-

Com novo recorde no número de pessoas que não trabalham ou trabalham menos do que gostariam, pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada ontem mostra que a situação do mercado ainda está longe da recuperação. São 28,4 milhões de pessoas —o equivalente a 24,9% dos brasileiros em idade produtiva— que estavam sem emprego ou trabalhando menos do que gostariam no trimestre encerrado em abril. É o maior número da série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), iniciada em 2012. O IBGE captou também aumento no número de trabalhadores com carteira assinada pela primeira vez em 16 trimestres, mas considera que ainda é cedo para comemorar. No trimestre encerrado em abril, a taxa de desemprego foi de 12,5%, alta em relação aos 12% do trimestre anterior, mas menor do que os 12,9% no mesmo intervalo em 2018. Ao todo, 13,2 milhões de pessoas procuraram emprego no período. (Mercado A23)

Santander paga R$ 195 mi para se livrar de CPI em SP - O Santander Brasil aceitou pagar cerca de R$ 195 milhões para encerrar investigação da CPI da Sonegação Tributária na Câmara de São Paulo. O banco era acusado de ter sede de fachada em Barueri para evitar pagar ISS (Imposto Sobre Serviços) na capital. (Mercado A31)
Bolsonaro sugere evangélico no STF e critica tribunal - “Será que não está na hora de termos um ministro do STF evangélico?”, afirmou o presidente em evento religioso. Ele questionou ainda se a corte estaria legislando em ação que trata da criminalização da homofobia. O ministro Alexandre de Moraes rebateu as declarações. (Poder A12)

Caixa já desenha operação para saques do FGTS - Com experiência adquirida no governo Michel Temer, a execução dos pagamentos pode ser efetivada de maneira simples. Estimativa otimista indica que os saques podem alcançar até R$ 30 bilhões em um prazo de três meses. (Pág. A4)

Pedaço da estrutura de mina ameaçada em MG se desprende (Pág. B1)

Bolsonaro recomenda a caminhoneiros que tirem porte de arma (Pág. B6)

Número de quem se diz fumante no país volta a cair e chega a 9,3% (Pág. B7)

JULIANNA SOFIA - Presidente terá que dizer não ou reforma acaba (Pág. A2)

EDITORIAL (A2)
O novo tucano-mor - Acerca de ascensão de João Doria no PSDB em crise.

Chocolate e guarda-chuva - Sobre ofensiva canhestra do ministro da Educação.

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