domingo, 10 de março de 2019

Por reforma, Bolsonaro dá a Maia aval para discutir cargos Leia aqui

As notícias que estão nas manchetes: 10 de março de 2019
 

















Por reforma, Bolsonaro dá a Maia aval para discutir cargos - O furo do dia é de Eliane Cantanhede no Estadão: O presidente Jair Bolsonaro decidiu trabalhar diretamente pela aprovação da reforma da Previdência e autorizou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a encaminhar para ele os pedidos de nomeações para o 2.º escalão do governo nos Estados, informa Eliane Cantanhêde. Bolsonaro também vai conversar com deputados. Ainda no Estadão: entrevista de Paulo Guedes. Abaixo o resumo do dia: 

O Globo

Manchete : Rio perde 25% de seus voos em apenas 6 anos
A partir de abril, não haverá mais ligação direta para Nova York e Orlando -  Em função da crise econômica, que derrubou a demanda e a rentabilidade das operações,o Rio perdeu um de cada quatro voos de 2012 para cá.  Como passageiro obrigado a fazer conexões, a viagem fica mais longa. No caso de Orlando, são seis horas a mais. A economia carioca também perde com a redução dos voos diretos, pois eventos como Rock in Rio e Rio Open têm estrelas estrangeiras, e parte do público vem de fora.  O governo do estado trabalha em medidas para estimular a oferta de voos, como a redução do ICMS sobre o querosene de aviação. (Páginas 27 e 28)

A valentia das venezuelanas diante da crise -
Mulheres têm lugar decisivo na defesa dos direitos civis e democráticos na Venezuela e, em casa, como pilar da luta diária pela sobrevivência de suas famílias. (Página 33)
Posts polêmicos tomam espaço de reformas - As redes sociais do presidente Jair Bolsonaro atraem mais atenção para temas polêmicos e ideológicos do que para assuntos vitais ao governo, como a reforma da Previdência.

Merval Pereira - O desvio de foco, principalmente após a divulgação de um vídeo com atos obscenos, preocupa parlamentares. (Página 4 e Merval Pereira)
Dorrit Harazim - Uma reflexão sobre a mensagem subliminar da guru Marie Kondo (Página 3)
Miriam Leitão - Governo Bolsonaro quebra a hierarquia no Itamaraty (Página 28)

Lauro Jardim - Entidade compra apartamentos na Vieira Souto para abrigar executivos (Página 6)

Artigo - Raquel Dodge - Justiça Federal deve julgar crimes comuns conexos a delitos eleitorais (Página 3)
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O Estado de S. Paulo
Manchete : ‘Políticos têm de assumir o controle total do Orçamento’
ENTREVISTA. PAULO GUEDES

MINISTRO DIZ QUE DECISÃO SOBRE VERBAS TEM DE FICAR COM PARLAMENTARES E QUE PREVIDÊNCIA PRECISA ECONOMIZAR R$ 1 TRI

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ao Estado que o governo articula a apresentação no Senado de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que acaba com os gastos obrigatórios previstos nos orçamentos da União, Estados e municípios. O objetivo é dar aos políticos o controle total sobre os recursos públicos, o que seria exatamente a função para a qual foram eleitos, segundo o ministro. “Eles vão entender que, em vez de discutir R$ 15 milhões ou R$ 5 milhões de emendas, vão discutir R$ 1,5 trilhão de Orçamento da União, mais os orçamentos dos municípios e dos Estados”, afirmou, em entrevista a Adriana Fernandes, José Fucs e Renata Agostini. Segundo Guedes, o projeto está pronto e ganhou força diante do rombo nas finanças estaduais e municipais. Na reforma da Previdência, o ministro disse que “economia de R$ 1 trilhão é o piso”, e que até aceita mexer em temas polêmicos, como o BPC, mas que qualquer alteração na proposta entregue ao Congresso terá de ser compensada. Sobre privatizações, afirmou que “gostaria de vender tudo e reduzir dívida”, mas a decisão não cabe a ele. “Quem tem voto não sou eu, é o presidente.” (ECONOMIA / PÁGS. B4 e B5)
 
Por reforma, Bolsonaro dá a Maia aval para discutir cargos
O presidente Jair Bolsonaro decidiu trabalhar diretamente pela aprovação da reforma da Previdência e autorizou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), a encaminhar para ele os pedidos de nomeações para o 2.º escalão do governo nos Estados, informa Eliane Cantanhêde. Bolsonaro vai conversar com deputados. (POLÍTICA / PÁG. A11)
 
Religiosos impulsionam educação domiciliar
O ensino domiciliar tem ganhado força no País com o apoio de grupos evangélicos e católicos. Boa parte da bancada cristã do Congresso é a favor da prática, cuja regulamentação é uma das prioridades do governo Bolsonaro. Estima-se que, hoje, 7 mil famílias façam homeschooling. Muitas usam materiais que ensinam criacionismo. (METRÓPOLE / PÁG. A16)
 
Após 5 anos, Lava Jato de Curitiba mantém 47 presos
Cinco anos, 89 processos e 2.252 anos de condenação para 159 réus depois, a Lava Jato em Curitiba mantém 11% (47) dos 426 denunciados na cadeia. A maioria está em liberdade ou em prisão domiciliar. Muitos viraram delatores. (POLÍTICA / PÁG. A4)
 
Preços baixos levam investidor à Venezuela (INTERNACIONAL / PÁG. A12)
Justiça do Trabalho tem rombo de R$ 1 bi (ECONOMIA / PÁG. B1)
 
Pedro S. Malan - Os 25 anos do Real mostram o poder da persistência. Deve-se evitar a simplória dicotomia entre “otimistas e pessimistas”. (ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2)
 
Vera Magalhães - Em pouco mais de dois meses, surgiram fissuras, cada vez mais aparentes, no monólito de apoio de Bolsonaro à direita. (POLÍTICA / PÁG. A10)
 
Notas & Informações
 
Bagunça não é prerrogativa -  A Constituição de 1988 foi generosa com o Ministério Público. No entanto, parece que alguns veem prerrogativas como autorização para fazer
o que bem entendem. (PÁG. A3)

Combate à desinformação -  A adoção de medidas para conter o problema é uma das mais prementes questões a preocupar nações democráticas. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo
Manchete : Reforma da Previdência antecipa a trabalhista
Medidas aliviam custo de contratação e iniciam flexibilização desejada por Bolsonaro e sua equipe econômica-  A proposta de reforma da Previdência embute uma espécie de reforma trabalhista, apontam especialistas em direito previdenciário. Medidas indicam a intenção de diminuir os custos de contratação do trabalhador formal. Uma das mudanças envolve redução do gasto previdenciário sobre a folha de pagamento, antigo pleito do setor empresarial. Pelo texto, empregados poderão escolher contribuir pelo regime de previdência atual (repartição) ou por um novo (capitalização). Há a leitura de que a contribuição do empregador não será aplicada sobre o salário de quem estiver na capitalização, o que diminuiria o custo da empresa. Segundo a Secretaria de Previdência, o texto da reforma “propõe ajustes pontuais em temas de contato entre previdência e trabalho”. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) e sua equipe econômica sinalizam desde 2018 a intenção de aprofundar a flexibilização das leis trabalhistas, iniciada na gestão de Michel Temer. (Mercado A17)

Presidente gasta capital com choque de alas no governo -
Em pouco mais de dois meses, o governo de Jair Bolsonaro consumiu parte do capital político para pacificar crises entre a ala pragmática, liderada por militares, e a ideológica, influenciada pelos filhos do presidente e pelo escritor Olavo de Carvalho. Ações importantes e promessas têm ido para o segundo plano. (Poder A12)
Demissão reaviva no Itamaraty ecos de perseguição (Mundo A15)
 
Mercado Aberto - Moro nomeia ex-PF para Coaf, o que sinaliza mudanças (Mercado A18)

Ivan Finotti - Já posso ter arma, e não foi difícil -  Em dezembro do ano passado, descobri que a promessa do presidente Jair Bolsonaro de facilitar a posse de arma, cumprida logo depois, não seria necessária: já era fácil obter o documento. (Cotidiano B1)
Editoriais
Hora da barganha -  Sobre tarefa da articulação política de Bolsonaro (A2)

Errando sem aprender -  Acerca de fiasco da ofensiva comercial de Trump (A2)

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sábado, 9 de março de 2019

Manchetes 09 de março de 2019



09 de março de 2019
O Globo
Manchete : Caixa estima que obterá R$ 15 bi com venda de ações
Banco vai abrir capital de empresas de cartões, seguros, loterias e gestão -  A Caixa pretende levantar R$ 15 bilhões com o lançamento de ações em Bolsa de empresas nas áreas de cartões, seguros, loterias e gestão de ativos. Segundo Pedro Guimarães, presidente do banco, a ideia é estimular a compra de papéis por pessoas físicas.  A nova gestão da Caixa quer economizar R$ 3,5 bilhões em dois anos e, para isso, começou a rever contratos. A instituição deve reduzir sua ocupação de imóveis em São Paulo e Brasília.  Guimarães diz que está disposto a emprestar a estados em dificuldades desde que tenham aval do Tesouro. (Página 19)

Metade dos passaportes da Câmara é para parentes-
Renovada na última eleição, a Câmara dos Deputados já emitiu este ano 155 passaportes diplomáticos, sendo a metade para parlamentares e a outra parte em nome de seus parentes, o que é irregular.  O documento fornece privilégios a quem viaja ao exterior, como a dispensa de filas e de visto para alguns países. (Página 6)

Merval Pereira - Fusão de partidos no fim do ano deve desidratar a base do governo (Página 2)
Miriam Leitão - PIB mundial está mais fraco e aumenta o risco para o Brasil (Página 20)
A revolta do guru -Olavo diz ter orientado alunos a abandonarem o governo (Página 10)

Apagão de mais de 20 horas paralisa a Venezuela - Um blecaute sem precedentes atingiu quase toda a Venezuela entre a tarde de quinta-feira e a de ontem, afetando o funcionamento de hospitais, transportes, comércio e serviços de comunicação.

Governo atribui a falta de energia a uma sabotagem, enquanto especialistas culpam a deterioração da infraestrutura do país. (Página 24)
Damares critica ‘ideologias que dizem que menina é igual’- Ao falar no lançamento de campanha contra a violência doméstica, a ministra da Mulher, Damares Alves, enfatizou a diferença física entre homens e mulheres. Segundo ela, ideologias que pregam igualdade erram ao crer que, “já que a menina é igual, ela aguenta apanhar’! (Página 27)
Idade acentua desigualdade salarial entre elas e eles - Estudo do IBGE mostra que, à medida que a idade avança, aumenta a desigualdade salarial das mulheres em relação aos homens. Dos 25 aos 29 anos, elas ganham 87% do rendimento médio deles, proporção que cai para 75% entre os 40 e os 49 anos. (Pág22)

Igualdade de Gênero - ‘Cada uma das ministras vale por dez homens’, diz Bolsonaro (Página 8)

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O Estado de S. Paulo
Manchete : Agência cobra de 62 hidrelétricas plano de segurança de barragem -
 
Dados oficiais mostram que 62 hidrelétricas de médio e grande porte estão devendo para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a entrega de estudos de segurança e de ações de emergência para seus reservatórios. Se consideradas as hidrelétricas de pequeno porte, o número sobe para 148. Empresas públicas e privadas estão sendo cobradas pela Aneel. As regras de segurança constam da Lei de Segurança de Barragens, de 2010. Desde o início de 2016, logo após a catástrofe de Mariana, a Aneel passou a enviar notificações aos controladores das 673 hidrelétricas do País. Desse total, 335 barragens têm classificação alta de dano potencial ou risco de acidente. Vinte e quatro hidrelétricas de médio e grande porte que tinham prazo até dezembro de 2017 e apresentaram estudos estão em situação irregular. O prazo para outras 38 usinas se encerra em abril. (METRÓPOLE / PÁG. A13)
Guedes diz que faltam 48 votos para aprovar a Previdência
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse ontem ao Estado que faltam apenas 48 votos para a aprovação da reforma da Previdência na Câmara – são necessários 308. Segundo ele, 160 deputados declararam apoio público ao projeto e outros 100 indicaram ao Planalto que votarão pela aprovação das mudanças na aposentadoria. (ECONOMIA / PÁG. B3)

Regras para militares -  Segundo Rogério Marinho, secretário de Previdência e Trabalho, a previdência dos militares não prevê aumento salarial e cria novas patentes. (PÁG. B1)
TCU suspende punição a 4 empreiteiras da Lava Jato
O ministro Augusto Nardes, do TCU, suspendeu processo em que UTC, Queiroz Galvão, Techint e Empresa Brasileira de Engenharia e Comércio (Ebec) haviam sido impedidas de fechar contratos com a União. A justificativa é discutir acordo de cooperação com as empresas. Com a decisão, elas ficam liberadas para participar de licitações. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Metrô de Salvador - Queiroz Galvão venceu, em fevereiro, licitação de R$ 430 milhões do metrô de Salvador. Se sanção estivesse valendo, contrato não poderia ser fechado.
MEC afasta nomes ligados a Olavo de Carvalho
Servidores ligados ao filósofo Olavo de Carvalho foram afastados do MEC após repercussão negativa de carta sobre o Hino enviada pelo ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, a escolas. A ideia seria tentar tirar o foco de questões ideológicas. Em reação, Olavo foi às redes sociais pedir que seus alunos deixem o governo. (POLÍTICA / PÁG. A10)
‘BONDE’ DE ALCOLUMBRE NO AMAPÁ
Davi Alcolumbre levou oito servidores na volta ao Amapá após assumir a presidência do Senado – os antecessores viajavam só com escolta. A agenda incluiu reuniões com prefeitos e blocos de carnaval. (POLÍTICA / PÁG. A8)
Mulheres ainda ganham 26% menos, diz IBGE
Estudo do IBGE mostra que, apesar de em geral terem mais anos de estudo do que os homens, as mulheres ganham salários 26% mais baixos no Brasil. A diferença se mantém mesmo nas profissões em que elas são maioria, como entre professores do ensino fundamental: as mulheres são 84%, mas recebem 10% menos. (METRÓPOLE / PÁG. A16)
SP dará desconto de ICMS a montadoras
Após Ford fechar fábrica e GM ameaçar deixar País, governo dará abatimento para empresas que investirem R$ 1 bilhão. (ECONOMIA / PÁG. B8)
Rio e SP têm atos por igualdade de direitos (METRÓPOLE / PÁG. A16)
Adriana Fernandes - O ativismo de Bolsonaro em defesa da reforma da Previdência tem de extrapolar o mundo virtual e se tornar mantra. (ECONOMIA / PÁG. B4)
Notas&Informações


O filho não sabia de nada- O caso de Fabrício Queiroz assemelha-se cada vez mais às práticas da velha política. Assim, não surpreende que os Bolsonaros façam de tudo para desviar a atenção. (PÁG. A3)

Fardo pesado -  Custa crer que Marcelo Álvaro Antônio ainda esteja à frente do Turismo, a despeito do fardo que representa para o governo. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo
Manchete : Argentina estabelece paridade no Congresso
Mulheres, em dia de manifestações, passam a ter direito a 50% das cadeiras -  No Dia Internacional da Mulher, ontem, o governo da Argentina publicou a regulamentação da lei de paridade de gênero para o Congresso, elevando de 30% para 50% a cota destinada a mulheres no Parlamento.O novo marco vale a partir da eleição legislativa deste ano, que ocorre junto com a presidencial, em outubro. O decreto tem a assinatura do presidente Mauricio Macri, que tem mulheres em postos-chave, como a vice-presidente, Gabriela Michetti, e as ministras Carolina Stanley (Saúde) e Patricia Bullrich (Segurança). Hoje, na Argentina, as mulheres já ocupam 39% das cadeiras. No Brasil, são 15%, o que deixa o país em 139º em ranking de equidade. Apesar da medida, Macri enfrenta críticas de feministas, como não ter feito esforço suficiente para que Lei de Aborto fosse aprovada. O presidente foi alvo de manifestações ontem, quando milhares de mulheres, de várias idades e etnias, caminharam até a Casa Rosada em Buenos Aires. Elas pediram nova votação sobre o aborto, o fim da violência contra a mulher e igualdade salarial. (Mundo A14)

Bolsonaro, Brumadinho e Marielle são lembrados em atos pelo Brasil (B4)

Mulher chefe chega a ganhar só um terço do salário do homem (A20)

"Pela 1ª vez, o número de ministros e ministras está equilibrado: 20 homens e 2 mulheres. Cada uma dessas mulheres equivale a dez homens" -  Jair Bolsonaro em evento no Planalto (B4)
Governo quer que Ford assuma danos por fechar fábrica -O governo quer que a Ford arque com os efeitos do fechamento da fábrica de São Bernardo (SP), anunciado para este ano, que pode desempregar quase 25 mil pessoas. A montadora, beneficiária de subsídios federais de R$ 7,5 bilhões nos últimos cinco anos, não comentou. (Mercado A17)
Vélez faz trocas no MEC após ataques de Olavo a governo - O ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez, promoveu ontem uma série de exonerações na pasta. A dança das cadeiras veio depois de o escritor Olavo de Carvalho pedir a ex-alunos para deixarem o governo, como argumento de que inimigos cercam Jair Bolsonaro. (Cotidiano B3)
OAS fazia caixa 3 em campanhas, dizem delatores - Em esquema chamado de caixa 3, a OAS usou como laranjas, em 2010 e 2014, empresas prestadoras de serviço para disfarçar doações em campanhas, segundo delatores do grupo. A empreiteira compensava os valores com contratos superfaturados. (Poder A4)
Maior apagão da história aumenta caos na Venezuela - Após mais de 24 horas sem energia, venezuelanos foram tomados por angústia e incerteza. Com praticamente todos os estados às escuras, os sistemas de comunicação e transporte entraram em colapso. Corridas curtas de táxi custaram ontem quase um salário mínimo. Quem tinha algo no freezer passou o dia tentando preservar os alimentos. (Mundo A13)
Julianna Sofia - Bolsonaro mostra inexplicável apatia no caso do laranjal (Opinião A2)
Editoriais
Linha de defesa -  Sobre fala infeliz de Bolsonaro e ação de generais (A2)

Mulheres sob ataque -  Acerca de levantamento de casos de feminicídio (A2)

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sexta-feira, 8 de março de 2019

Jornais 08 de março de 2019

 
 
O fato político do dia: Estadão diz que vai mal um país cujo presidente claramente não entende qual é seu papel, especialmente quando não consegue dominar os pensamentos que, talvez, lhe venham à mente. Sobre o governo e o Congresso, afirma: " É imprescindível a aprovação da reforma da Previdência. Esquivar- se da articulação é senha para o fracasso". Segue abaixo, as notícias resumidas das capas.

O Globo

Manchete : Ex-candidata do PSL reforça denúncia contra ministro
Ex-assessor de Marcelo Álvaro Antônio teria condicionado repasse a devolução
 Candidata a deputada estadual pelo PSL de Minas na última eleição, Adriana Moreira Borges disse a THIAGO HERDY que um ex-assessor do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, condicionou repasse de R$ 100 mil do fundo partidário para sua campanha à devolução de R$ 90 mil por meio de cheques em branco, quantia que seria, então, destinada a outros candidatos da sigla.
Adriana, que recusou a proposta e não foi eleita, é a terceira integrante do PSL a denunciar a existência de esquema para o desvio de verbas públicas. Ministro e ex-assessor negam. (Página 4)
Bolsonaro: ‘Há democracia quando as Forças Armadas querem’.Em discurso na sede da Marinha, no Rio, o presidente afirmou que democracia e liberdade só existem “quando as Forças Armadas querem”. Para o vice Hamilton Mourão, a fala, que não repercutiu bem no Congresso, foi mal interpretada. Bolsonaro se defendeu nas redes sociais. (Página 5)

Concessões a militares geram desequilíbrio
A equipe econômica negocia concessões para incluir os militares na reforma da Previdência que vão gerar despesas que levarão dez anos para ser equilibradas. Só no primeiro ano a conta ficará no vermelho em R$ 200 milhões. (Página 15)

Medida protecionista
Presidente defende imposto de importação sobre a banana (Página 18)

Miriam Leitão
Mulher é alvo nas ruas e nas casas; violência tem dados chocantes (Página 16)

Merval Pereira
Presidente assume nas redes defesa da reforma da Previdência (Página 2)

Bernardo Mello Franco
Frase de Bolsonaro revela incompreensão da Constituição (Página 5)

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O Estado de S. Paulo

Manchete : Democracia depende de militares, diz Bolsonaro
A declaração, a fuzileiros navais, provocou polêmica; integrantes do governo afirmam que foi mal interpretada -  Em discurso ontem a militares no Rio, Jair Bolsonaro disse que a democracia e a liberdade no Brasil dependem da vontade das Forças Armadas. Ele afirmou que recebeu uma “missão” ao ser eleito e que ela “será cumprida ao lado das pessoas de bem”. “(Essa missão) Será cumprida ao lado das pessoas que amam a democracia e a liberdade. E democracia e liberdade só existem quando a sua respectiva Força Armada assim o quer”, afirmou. A frase, dita um dia após ele divulgar um vídeo obsceno, provocou nova polêmica. “A democracia é garantida pelo povo”, afirmou o ministro do STF Marco Aurélio Mello. Para integrantes do governo, Bolsonaro foi mal interpretado. O vice, Hamilton Mourão, tentou amenizar as declarações. “O presidente falou que onde as Forças Armadas não estão comprometidas com a democracia e a liberdade esses valores morrem. É o que acontece na Venezuela.”
POLÍTICA / PÁG. A4

Cenário global e Previdência levam dólar a R$ 3,88
O dólar atingiu ontem a maior cotação do ano e fechou a R$ 3,88 – durante o dia, superou a barreira dos R$ 3,90. A piora nas perspectivas para a economia global e as incertezas quanto à reforma da Previdência são apontadas como causas. Pressionado a ter posição mais firme em relação ao tema, Jair Bolsonaro defendeu a inclusão dos militares na reforma e disse que vai “combater privilégios”.
ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3

Destino de verba recuperada vira alvo de disputa -
O destino do dinheiro recuperado em processos de corrupção tem colocado em lados opostos STF e MPF. Para integrantes do Supremo, a decisão sobre para onde vão os recursos é da União e não do MP ou da Justiça. Em fevereiro, o ministro Edson Fachin negou pedido da PGR para que R$ 71,6 milhões recuperados fossem destinados ao Ministério da Educação.
 POLÍTICA / PÁG. A10

Peritos atestam que Adelio tem doença mental
Peritos indicados pela Justiça atestaram que Adelio Bispo de Oliveira, autor do atentado a faca contra o então candidato Jair Bolsonaro, em setembro de 2018, sofre de doença mental. O laudo pode levar Adelio, que já é réu, a ser considerado inimputável.
 POLÍTICA / PÁG. A8

MP investiga se Vale forçou laudo de segurança
Ministérios Públicos Federal e de Minas investigam se a Vale trocou a Tractebel pela TÜV SÜD – ambas empresas que atestam a segurança de barragens – depois de ser informada da impossibilidade de se garantir a estabilidade da construção em Brumadinho.
 METRÓPOLE / PÁG. A14
Itaipu gera disputa entre Brasil e Paraguai (Economia / Pág. B6)

ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2
Fernando Gabeira
Alguns superestimaram a possibilidade da queda de Maduro. Esperam nocaute numa luta a ser ganha por pontos.
Eliane Cantanhede
Há consenso quanto a aprofundar relações com os EUA. As dúvidas: alinhamento automático? Brasil caudatário dos EUA?
POLÍTICA / PÁG. A8
Fernando Dantas
Se permanecer no campo extremamente polarizador, Bolsonaro terá dificuldade para aprovar a reforma da Previdência.
POLÍTICA / PÁG. A8

Notas & Informações
Quebrando louças - Vai mal um país cujo presidente claramente não entende qual é seu papel, especialmente quando não consegue dominar os pensamentos que, talvez, lhe venham à mente. A3
 O governo e o Congresso  É imprescindível a aprovação da reforma da Previdência. Esquivar- se da articulação é senda larga para o fracasso. PÁG. A3
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Folha de S. Paulo

Manchete : Atual ou ex cometem 71% de feminicídios e tentativas
Levantamento da Folha abrange casos ocorridos em janeiro deste ano; 119 mulheres morreram
 Levantamento da Folha para marear o Dia Internacional da Mulher, celebrado hoje, mostra que 7 de cada 10 vítimas de feminicídio, ou tentativa, no mês de janeiro foram atacadas pelo atual ou por seu ex-companheiro.  As estatísticas foram compiladas a partir de um estudo independente feito pelo advogado Jefferson Nascimento, pesquisador da Universidade de São Paulo, que se baseia em casos publicados na imprensa brasileira.  A reportagem tabulou os dados sobre cada caso. São 119 mortes e 60 tentativas de feminicídio. A análise, que abrange crimes em 25 estados, mostra que a mulher vitimada tem, em média, 33 anos, e o agressor, 38. Inconformismo com o fim da relação, ciúmes e suposta traição figuram entre os motivos para a agressão. Quase metade dos crimes ocorreu na casa da vítima. Boa parte delas foi agredida com faca (41%) ou arma de fogo (23%). Previsto na lei penal, o feminicídio é o atentado contra a vida da mulher por sua condição de gênero. E crime hediondo, com pena de 12 a 30 anos de prisão. Seu registro no Brasil é considerado subestimado. (Cotidiano BI)

Fala dúbia de Bolsonaro desagrada a militares
Uma fala dúbia de Jair Bolsonaro sobre as Forças Armadas, na seqüência da crise do tuíte do Carnaval, desagradou à ala militar do governo. Em evento no Rio, o presidente disse que democracia e liberdade só existem “quando a sua respectiva Força Armada assim o quer”. Militares veem margem para a conclusão de que eles combateriam quem o presidente considera rivais em suas postagens em rede social.  O vice, general Hamilton Mourão, do núcleo militar no Planalto, disse que a declaração de Bolsonaro foi mal interpretada. (Poder A4)

Ministro continuar é insustentável, avalia Planalto
Auxiliares do presidente Jair Bolsonaro avaliam como insustentável a permanência de Marcelo Álvaro Antônio (Turismo) após as acusações de envolvimento com candidaturas de laranjas. O ministro disse que sua acusadora mente descaradamente. (Poder A10)

Informalidade sobe com mais força nos estados mais ricos
A informalidade no mercado de trabalho cresceu, de 2016 a 2018, com mais força nas unidades federativas mais ricas. SP, RJ, MG, ES, PR e DF tiveram alta nas atividades informais acima da média do país, que foi de l,8% no período. (Mercado A15)

Claudia Costin
Qual o sentido de pensar em parlamentarismo no século 21? (Pág. A2)

Rossana Pulcineli
Violência contra mulher tem amparo ineficaz no setor de saúde (Pág. A3)

Clara Alves e Gabriela Sales
Poder Judiciário não assume vanguarda na equidade de gênero (Pág. A3)

Painel
Confiança de investidores no presidente começa a sofrer abalos (Pág. A4)

Mônica Bergamo
Governo quer acelerar projeto para cobrar dívidas da Previdência (Pág. C2)

Editorial
Sombra no ministério -  Acerca de acusação contra o titular do Turismo.
Desacelera, São Paulo -  Sobre concessão ao setor privado devias da capital. (Opinião A2)

quinta-feira, 7 de março de 2019

Manchetes do dia 7 de março

07 de março de 2019



O Globo
Manchete : Divulgação de vídeo obsceno gera críticas a Bolsonaro
Após polêmica, presidente diz que ato era ‘crime’, mas defende carnaval

A decisão de Jair Bolsonaro de compartilhar um vídeo de um ato obsceno entre dois homens num bloco gerou críticas de adversários e apoiadores e repercutiu até no exterior. Em nota, o governo disse que o presidente ficou escandalizado com a cena, mas não quis criticar o carnaval. (Pág. 4)


Com Marielle presente, Mangueira é campeã
Escola conquista vigésimo título; Imperatriz e Império Serrano são rebaixados

A Mangueira conquistou seu vigésimo título do carnaval com um enredo que exaltou “o Brasil que não está no retrato” e seus heróis esquecidos, uma homenagem à vereadora Marielle Franco, cujo assassinato completa um ano daqui a uma semana, e ainda sem solução.

A Beija-Flor terminou em décimo primeiro lugar, seu pior resultado em mais de quatro décadas. Nos blocos, o engajamento e a solidariedade ficaram em alta. Mas também houve violência, desorganização e sujeira. (Pág. 15 a 20)

Setor aéreo
Governo acelera privatização de aeroportos (Pág. 21)
Imposto de Renda
Começa a entrega do IR; dicas para evitar a malha fina (Pág. 24)
Miriam Leitão
Autoridades são alvo no carnaval desde a ditadura (Pág. 22)
Merval Pereira
Generalizar perversão na folia é um erro (Pág. 2)
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O Estado de S. Paulo


Manchete : Equipe critica e Bolsonaro tenta explicar tuíte de carnaval
Repercussão negativa gerou crítica de apoiadores; em nota, Planalto afirma que vídeo ‘violenta valores familiares’

A repercussão do tuíte de Jair Bolsonaro com um vídeo em que dois homens aparecem em atos obscenos no carnaval causou desconforto no núcleo central do governo, gerou críticas de opositores e apoiadores e fez com que o Planalto divulgasse nota para explicar a postagem. Aliados alertaram o presidente de que o tuíte foi considerado “inapropriado” e “chocante” – monitoramento das redes sociais indicou que 69% das mensagens sobre o episódio eram negativas. Na nota, o Planalto argumenta que o vídeo escandalizou grande parte da sociedade. “É um crime, tipificado na legislação, que violenta os valores familiares.” A atual divisão do setor de comunicação preocupa a equipe de governo. A área é “repartida” entre o grupo do porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros, que atua em pautas positivas, o de Carlos Bolsonaro, que fomenta polêmicas, e o da Secretaria de Comunicação.
POLÍTICA / PÁG. A4
Previdência ganha só 5 posts
Prioridade do governo, a reforma da Previdência foi assunto de apenas cinco mensagens de Bolsonaro no Twitter desde 1º de janeiro. A maior parte dos textos traz saudações a aliados, seguidas por mensagens com conteúdo ideológico.
(PÁG. A4)
Governo quer promover concorrência entre sindicatos
O secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, disse que o governo vai propor o fim da obrigatoriedade de que exista somente um sindicato por categoria profissional numa mesma base territorial. Objetivo do fim da unicidade sindical – que mudaria a estrutura atual das centrais sindicais – é permitir a concorrência e “estimular a melhoria da prestação de serviços aos associados”.
ECONOMIA / PÁG. B1
CCR fecha leniência e vai baixar pedágio em 30% no PR
Em acordo de leniência fechado com o Ministério Público, a Rodonorte, empresa do grupo CCR, se compromete em reduzir em 30%, por um ano, tarifas de pedágio nas praças operadas pela empresa no Paraná. A companhia reconheceu o pagamento de propina para ser beneficiada em concessões no Estado. No total, a Rodonorte foi multada em R$ 750 milhões. O acordo precisa ser homologado.
(ECONOMIA / PÁG. B6)
Ex-Dersa pega 145 anos de prisão
Paulo Vieira de Souza foi condenado a 145 anos por desvios de R$ 7,7 milhões no Rodoanel Sul. Lava Jato pediu suspeição de Gilmar Mendes nos casos de Souza.
POLÍTICA / PÁG. A10
William Waack
A era do Twitter sepultou o racionalismo da diplomacia. Pior ainda quando a política externa fica com amadores arrogantes.
POLÍTICA / PÁG. A8
Zeina Latif
A julgar pelo pobre histórico brasileiro de mudanças amplas, o risco de uma reforma modesta da Previdência é real.
ECONOMIA / PÁG. B3
Notas & Informações
O debate sobre o pacote anticrime

As discussões travadas entre membros das cúpulas do Executivo e do Judiciário indicam que há mais pontos de convergência do que de divergência. Esse diálogo é fundamental. PÁG. A3

Lá fora, o quadro é inquietante

Governo terá de cuidar da economia num ambiente global marcado por muita incerteza. PÁG. A3
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Folha de S. Paulo

Manchete : Ministro me chamou para ser laranja, diz candidata pelo PSL
Marcelo Álvaro Antônio teria usado campanha de Zuleide Oliveira em Minas para desviar verbas do fundo eleitoral

Postulante a deputada estadual pelo PSL-MG em outubro, Zuleide Oliveira diz que o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, a chamou pessoalmente para ser candidata-laranja, com o compromisso de que ela devolvesse à sigla parte dos recursos do fundo eleitoral. Esta é a primeira acusação a implicar diretamente o ministro no esquema de candidaturas de laranjas, revelado pela Folha em fevereiro. O caso levou à queda de Gustavo Bebianno (Secretaria-Geral) e é investigado pela Polícia Federal e pelo Ministério Público de Minas. “Minha candidatura foi usada para fazer parte de uma lavagem de dinheiro do partido”, afirma Zuleide em entrevista à reportagem. Álvaro Antônio diz não se lembrar de encontros com Zuleide e nega ter feito a ela oferta ou pedido de devolução de valores. (Poder A4)
Criticado por vídeo, Bolsonaro nega ataque ao Carnaval
Opositores e aliados de Jair Bolsonaro (PSL) reagiram negativamente às publicações obscenas do presidente em rede social. Ontem à noite, ele disse que “não houve intenção de criticar o Carnaval de forma genérica, mas sim caracterizar uma distorção clara do espírito momesco”. (Poder a5)
Paulo Preto recebe pena de 145 anos a 1 dia de prescrição
O ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza foi condenado ontem a 145 anos de prisão. A sentença, a segunda no âmbito da Operação Lava Jato, foi dada um dia antes de ele completar 70 anos, quando a acusação prescreveria. (Poder A12)
Capitalização será opção a trabalhador ainda na ativa
O texto da reforma da Previdência abre espaço para que o trabalhador na ativa possa, através de conta virtual, aderir à capitalização — na qual faz poupança particular para ser sacada após a aposentadoria. A alternativa é vista com ressalvas por especialistas porque, caso não seja bem implementada, pode prolongar o rombo nas contas públicas. (Mercado A16)
Envio da declaração do IR à Receita pode ser feito a partir de hoje (A17)
CCR admite propina e reduzirá tarifa de pedágio no Paraná (A12)
Matias Spektor
Tuíte-bomba não ocorreu por acaso

Não foi o acaso que levou o presidente a compartilhar vídeo para desqualificar o Carnaval. O tuíte veio na esteira de semana péssima para o governo. (Opinião A2)
Editoriais
Governe, presidente- Acerca de comportamento escapista de Bolsonaro (A2)

Bibi em apuros: Sobre denúncia contra primeiro-ministro israelense (A2)
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quarta-feira, 6 de março de 2019

Resumo dos jornais 6 de março 2019


06 de março de 2019
 
O Globo
Crivella admite fim da subvenção
O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, diz que pode completar em 2020 a transição para um carnaval sem ajuda financeira municipal, “trocando verba pública por privada’’.
CADERNO ESPECIAL
Bombas em meio ao bloco
Uma briga desencadeou ação da PM, com bombas de gás, o que gerou tumulto e levou a cantora Ludmilla a encerrar o bloco Fervo da Lud, com 1,2 milhão de foliões, no Centro; 29 pessoas foram hospitalizadas. Na Banda de Ipanema houve correria por causa de um tiroteio.
PÁGINA 8
Câmara bate recorde de projetos apresentados
No primeiro mês de trabalho, deputados novatos e veteranos sugeriram a maior quantidade de propostas desde 1946.
PÁGINA 4
Guaidó se reúne com sindicatos e anuncia greve
Ao se reunir com sindicalistas e funcionários públicos, o líder opositor venezuelano Juan Guaidó abre nova frente de pressão a Maduro.
PÁGINA 23
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O Estado de S. Paulo
Manchete : Apesar de socorro da União, contas de 14 Estados pioram
Renegociação de dívidas feita com o governo federal em 2016 previa que governadores controlassem gastos

Levantamento feito com base em dados do Tesouro mostra que, ao final de 2018, 14 Estados tiveram piora em pelo menos um indicador da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), apesar da renegociação de dívidas feita com a União. Em 2016, o governo federal suspendeu o recebimento de parcelas das dívidas estaduais e reduziu os valores por dois anos. Em troca, exigiu a adoção de teto para os gastos. Os indicadores da LRF medem endividamento e gasto com pessoal. Os Estados que tiveram piora são SP, RJ, MG, AL, AM, MA, MT, PE, PI, RR, SC, TO, BA e o DF. O novo programa de auxílio que está sendo preparado pelo governo federal só beneficiará parte dos Estados se a reforma da Previdência for aprovada.
ECONOMIA / PÁGS. B1 e B3
Bolsonaro associa vídeo obsceno a carnaval
O presidente Jair Bolsonaro publicou no Twitter um vídeo com cenas obscenas que teriam ocorrido em um bloco e criticou: “É isto que tem virado muitos blocos de rua no carnaval brasileiro”. Internautas disseram ter denunciado o post ao Twitter por conteúdo impróprio.
POLÍTICA / PÁG. A5
Sindicalistas acertam agenda de paralisações com Guaidó
Juan Guaidó, o autoproclamado presidente interino da Venezuela, se reuniu ontem com sindicatos de servidores e definiu uma agenda escalonada de greves na administração pública. Controlado pela oposição, o Parlamento definirá ações com centrais trabalhistas.
INTERNACIONAL / PÁG. A6
Vera Magalhães
Parcela da esquerda vai, aos poucos, detectando um flanco para enfrentar Bolsonaro: a falta de projetos para os mais pobres.
POLÍTICA / PÁG. A5
Notas & Informações
Os desafios dos sindicatos

Em um momento em que precisa buscar formas de se sustentar financeiramente, boa parte dos sindicatos enfrenta problemas que afetam o emprego em suas bases. PÁG. A3

Sem confiança para empregar

Negócios ainda não receberam impulso significativo. PÁG. A3
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Folha de S. Paulo
Socorro a estados será financiado por bancos estrangeiros
União dará garantia para até R$ 10 bi em empréstimos, afirma secretário do Tesouro

O socorro a estados em grave crise financeira será financiado por bancos privados estrangeiros. Citibank, JP Morgan, BofA, BNP Paribas e Santander já sinalizaram interesse em realizar os empréstimos, desde que a União seja fiadora deles. Segundo o secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, a União garantiria até R$ 10 bilhões em 2019. Além disso, a ajuda deve incluir alternativas como compra de títulos da dívida ativa e de direitos sobre royalties do petróleo. Em contrapartida, os estados deverão entregar um plano de contenção de despesas em quatro anos. Rio Grande do Norte, Roraima, Mato Grosso, Goiás e Rio Grande do Sul já demonstraram interesse no acordo. (Mercado A10)
PSL cresce pouco após troca-troca no Congresso
Impulsionado nas eleições de 2018 por Jair Bolsonaro, o PSL não conseguiu crescer no Congresso durante o troca-troca partidário do início de legislatura. A sigla, que elegeu 52 deputados federais e quatro senadores, tem agora 54 deputados, empatando com o PT na Câmara. A bancada deve chegar a 55 e ser a maior da Casa, mas correligionários de Bolsonaro esperavam chegar a 60. No Senado, manteve os quatro nomes. (Poder A4)
Nicolás Maduro convoca protestos ‘anti-imperialistas’
O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, afirmou haver uma minoria que quer “desestabilizar o país”, em alusão ao oposicionista Juan Guaidó. Maduro convocou protesto para sábado (9), data de manifestações contra o regime. (Mundo a8)
Um dos países que mais usam plásticos, Brasil recicla apenas 2% dos detritos (Ambiente B6)


Sem desconto

Sobre MP que muda regra de contribuições sindicais (A2)

Disputa pela Alesp

Acerca de eleição para a presidência da assembleia (A2)

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terça-feira, 5 de março de 2019

Manchetes do dia


Folha de S. Paulo

Manchete: Guaidó volta à Venezuela e convoca mais protestos - Sob risco de ser preso, líder da oposição desafia Nicolás Maduro

O líder oposicionista Juan Guaidó voltou a Caracas nesta segunda-feira (4), depois de dez dias viajando pela América do Sul. A chegada ocorreu sem incidentes. Representantes diplomáticos da Alemanha, da Holanda, da Espanha, da França e do Chile foram recebê-lo no aeroporto. Em seguida, Guaidó se dirigiu ao bairro de Las Mercedes e discursou para uma multidão de apoiadores. “A esperança nasceu e não vai morrer. Vamos celebrar esta pequena vitória hoje”, disse. O líder da Assembleia Nacional da Venezuela, que desafiou o ditador Nicolás Maduro ao se autodeclarar presidente interino, descumpriu ordem judicial que o proibia de sair do território venezuelano e, por isso, corria o risco de ser preso ao voltar. Guaidó convocou manifestações para sábado (9) e afirmou que fará um “importante anúncio” para os funcionários públicos, que costumam ser recrutados a participar de atos a favor de Maduro. (Mundo A6)
Em meio a debate, cresce o registro de agrotóxicos no país
Apesar da pressão por mudança nas regras do setor, o total de agrotóxicos liberados para venda no mercado ou para uso industrial tem crescido nos últimos anos. Só em 2018 foram aprovados 450 registros desse tipo de produto, o maior número em ao menos 13 anos. (Mercado A12)
Doria adota perfil mais discreto no governo de SP
O governador João Doria (PSDB) reduziu a participação em eventos, limitou a agenda nacional e deixou a imagem do político que se vestia de gari para ser fotografado. Aliados dizem que o Planalto está nos planos, mas que o tucano decidiu mover-se com mais cautela. (Poder A4)
Boneco gigante de Bolsonaro faz estreia em Olinda sob vaias e forte segurança (B2)
Clóvis Rossi
Líder mantém capacidade de mobilização

Com a impressionante maré humana que se mobilizou para recebê-lo, Guaidó recupera os pontos que parecia ter perdido ao não ter conseguido forçar a entrada de ajuda humanitária na Venezuela. (Mundo A7)

Horacio Lafer Piva
Permitam que o presidente da Vale faça seu trabalho

A Vale tem agido com responsabilidade. Tal atitude emana do seu conselho e do seu presidente, Fabio Schvartsman, que, ao contrário de outras épocas, pessoalmente se apresenta e lidera a crise. (Opinião A3)

Editoriais
Menor e melhor

Sobre lucro da Petrobras após 4 anos no vermelho (A2)

Sedução estatal

Acerca de planos bolsonaristas para a inútil EBC (A2)

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O Estado de S. Paulo


Manchete : Arrecadação do imposto sindical cai 90% após reforma trabalhista
Sindicatos patronais e de trabalhadores têm de cortar custos e investir em fusões e coworking para sobreviver

Depois de um ano de reforma trabalhista, a arrecadação do imposto sindical caiu quase 90%, de R$ 3,64 bilhões em 2017 para R$ 500 milhões no ano passado. O impacto foi maior para entidades de trabalhadores, cujo repasse passou de R$ 2,24 bilhões para R$ 207,6 milhões. No caso dos empresários, foi de R$ 806 milhões para também R$ 207,6 milhões. O antigo Ministério do Trabalho – cujas funções foram redistribuídas entre diferentes pastas – teve sua fatia encolhida em 86%, para R$ 84,8 milhões. Sindicalistas preveem que a arrecadação será menor neste ano, pois muitas empresas ainda descontaram o imposto na folha salarial em 2018 porque tinham dúvidas sobre a nova legislação. Para sobreviverem e manterem serviços e estrutura, centrais, confederações, federações e sindicatos estão tendo de se reinventar. Além de cortarem custos com pessoal, imóveis e atividades, incluindo colônia de férias, têm investido em fusões e coworking. (ECONOMIA / PÁG. B1)

Indicação política preenche 80% dos cargos na Câmara
A Câmara mantém 11.817 cargos comissionados, o que indica que 80% do quadro de funcionários da Casa é preenchido com indicações políticas. Boa parte desses servidores dá expediente nas bases eleitorais dos congressistas. (POLÍTICA / PÁG. A4)
Chanceler exonera diplomata após texto crítico em blog
O chanceler Ernesto Araújo exonerou o diplomata Paulo Roberto de Almeida da presidência do Instituto de Pesquisa de Relações Internacionais. A saída ocorreu depois de Almeida ter reproduzido em seu blog artigos com críticas à diplomacia brasileira. (POLÍTICA / PÁG. A4)
Guaidó volta à Venezuela e convoca manifestação
Autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó ignorou a ameaça de prisão e voltou à Venezuela após visitas a países latino-americanos, entre eles o Brasil. Ele foi recebido no aeroporto de Caracas por embaixadores de diversos países. Em seguida, convocou um protesto nacional para sábado. O objetivo é ampliar a pressão sobre o chavismo. (INTERNACIONAL / PÁG. A6)
Notas&Informações
Herança irresponsável

Governadores de oito Estados e do DF descumpriram a lei ao entregar a administração a seus sucessores sem deixar no caixa dinheiro suficiente para bancar despesas. (PÁG. A3)

Bolsonaro e o teste do PIB

Governo precisa entender-se com parlamentares e governadores para dinamizar a economia. (PÁG. A3)

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O Globo
Guaidó retorna à Venezuela e faz apelo a militares
De volta à Venezuela, Juan Guaidó, que se autoproclamou presidente interino, convocou novos protestos contra Nicolás Maduro e pediu ao Exército que detenha os grupos paramilitares que apoiam o governo. Ele desembarcou sem obstáculos no principal aeroporto do país, apesar das ameaças de prisão. (PÁGINA 14)
ELEIÇÃO 2020 - Rio e São Paulo já têm 12 partidos de olho na disputa (PÁGINA 4)
MEIO AMBIENTE - Brasil só recicla 1% do plástico que produz (PÁGINA 18)
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domingo, 3 de março de 2019

Jornais 03 de março de 2019


O Globo
Manchete : Governo já teve sete recuos após críticas em redes sociais
Estudo mostra que decisões coincidiram com comentários negativos

Em seus primeiros dois meses, o governo de Jair Bolsonaro recuou em ao menos sete temas depois que as propostas foram bombardeadas por críticas nas redes sociais. Do pedido para filmar estudantes cantando o Hino à retirada da indicação de Ilona Szabó para um conselho do Ministério da Justiça,as decisões do Planalto demonstram o prometido pelo presidente: investir no que chamou de “relação direta”. Estudo obtido pelo GLOBO cruzou interações nas redes e os perfis de quem publica para mostrar as guinadas.
PÁGINA 4
Lula sai da cadeia para ir a velório de neto
O ex-presidente Lula deixou a prisão pela primeira vez após quase um ano para ir ao velório e cremação do neto Arthur, de sete anos, que morreu na sexta-feira de meningite. Em cerimônia fechada, ele disse, segundo relatos, que levará seu “diploma de inocente” para o céu.
PÁGINA 11
Presidente da Vale deve deixar o cargo
O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, deve deixar o comando da empresa. Segundo fontes ligadas aos acionistas, o Conselho de Administração decidiu destituí- lo. Na companhia, também há a versão de que Schvartsman entregará carta de afastamento por decisão própria.
PÁGINA 13
Bernardo Mello Franco
Laranja é a cor que faz a alegria dos foliões neste carnaval
PÁGINA 3
Elio Gaspari
Cabral pode se transformar no maior colaborador da Lava-Jato
PÁGINA 12
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O Estado de S. Paulo


Manchete : Militares ocupam 100 cargos no 2º e 3º escalões do governo
Número deve aumentar com entrega de postos de comando nos portos, Ibama e ICMBio à Marinha

Após nomeações para chefiar pastas importantes, os militares agora estão sendo chamados para ocupar cargos no segundo e terceiro escalões do governo – já são 99 em ministérios, bancos federais, autarquias e institutos. O número ainda deve aumentar, com a entrega para a Marinha de postos de comando nas superintendências de portos, no Ibama e no ICMBio. Na última semana, foram escolhidos dois almirantes da reserva para comandar os portos do Rio e do Rio Grande do Norte. Em São Paulo, um civil ficará com a Companhia das Docas, mas terá a seu lado um militar da Marinha. Com 13 integrantes das Forças Armadas, o Ministério de Ciência e Tecnologia lidera o “ranking” com mais homens das Forças Armadas. Segundo um oficial, os militares conferem “credibilidade” aos cargos.
(POLÍTICA / PÁG. A4)
Convocação
Ministros atribuem a ‘convocação’ de militares de reserva para cargos no governo federal à dificuldade de atrair profissionais da iniciativa privada com o salário oferecido pelo serviço público. PÁG. A5
Sob pressão, presidente da Vale deixa gestão
O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, pediu afastamento temporário da empresa. Membros da força-tarefa que investiga rompimento da barragem de Brumadinho pressionaram o conselho da mineradora pela sua saída do comando.
ECONOMIA / PÁG. B7

Os privilegiados da Previdência
Apesar do déficit da Previdência, certas categorias do setor público podem se aposentar em condições especiais e ganhar mais que o teto constitucional, de R$ 39,3 mil.
ECONOMIA / PÁGS. B4 e B5

Em velório do neto, Lula critica condenação
Cercado por policiais federais, o ex-presidente Lula deixa o velório do neto Arthur, de 7 anos, em São Bernardo do Campo. Segundo relatos, ele chorou muito e afirmou que provaria sua inocência. Lula ficou duas horas no local e foi levado de volta para Curitiba.
POLÍTICA / PÁG. A6

Desertores temem por suas famílias
Militares que desertam das forças chavistas na Venezuela em geral têm baixa patente, passam fome e não concordam com as ordens para reprimir civis, informam os enviados especiais Luiz Raatz e Felipe Frazão. O maior medo, no entanto, são as ameaças à família.
INTERNACIONAL / PÁG. A7

MP dificulta pagamento de contribuição sindical (Economia / Pág. B6)
Fernando Henrique Cardoso: A vez da Venezuela Abrir caminho para aventuras guerreiras na vizinhança não tem nada a ver com os interesses de longo prazo do País.
ESPAÇO ABERTO / PÁG. A2

Notas & Informações
Constituição e Previdência

Retirar a Previdência da Constituição faz todo sentido. A Carta Magna deve ser preservada para o que é essencial à organização do Estado e aos direitos fundamentais. PÁG. A3


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Folha de S. Paulo


Manchete : Presidente e três diretores da Vale deixam a empresa
Afastamento temporário atende à recomendação do Ministério Público Federal

O presidente da Vale, Fábio Schvartsman, decidiu se afastar do comando da mineradora, na esteira da tragédia que deixou mais de 300 vítimas, entre mortos e desaparecidos, após o rompimento de uma de suas barragens em Brumadinho (MG) no dia 25 de janeiro.

A decisão de Schvartsman e de três diretores segue recomendação das autoridades que investigam o acidente. Em documento entregue ao conselho de administração da mineradora, pedem a proibição de acesso dos executivos a prédios e instalações da empresa.

A sugestão foi elaborada pelo Ministério Público Federal, pelo Ministério Público de Minas Gerais e pela Polícia Federal.

Schvartsman assumiu o comando da mineradora em 2017. Deve ser substituído interinamente pelo diretor Eduardo Bartolomeo.
“É muito difícil para mim, após décadas de atuação como executivo de algumas das maiores empresas do Brasil, e tendo colhido o reconhecimento de minha dedicação (...), retirar-me da linha de frente”, escreveu Schvartsman em carta ao conselho
da Vale. (Mercado A16)

Carnaval de rua de SP vira polo de negócios
Com 556 blocos programados, o Carnaval de rua paulistano superará neste ano o do Rio, tornando-se o terceiro maior do país (perde para os de Salvador e Recife).

Especialista da USP estima que os R$ 550 milhões movimentados na festa de rua em 2018 podem crescer até 60%. (Alalaô BI)

Rio é epicentro da corrupção e da violência, diz prefeito
Para o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), a cidade só vencerá a crise com “mudança de costumes”. “Não cabe mais aos líderes políticos uma dimensão carnavalesca”, diz.

Crivella defende o desempenho do presidente Bolsonaro nos primeiros meses de governo. (Poder A7)

Lula participa de velório do neto sob gritos de apoiadores
O ex-presidente Lula (PT) participou do velório do neto em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, após deixar Curitiba sob forte esquema de segurança. Lula passou duas horas no local, e disse que, “quando encontrar Arthur no céu, levará o diploma de sua inocência”.

Apoiadores gritaram “Lula guerreiro do povo brasileiro”. (Poder A5)

Justiça agiu com humanidade
Helio Schwartsman

Desta vez, autorizaram sem delongas a saída de Lula. Não se trata de privilégio, mas de cumprir o que está na lei. (Opinião A2)

Governo cria entraves para contribuição sindical
Medida provisória editada pelo presidente Jair Bolsonaro torna mais difícil a contribuição sindical, que é opcional desde 2017. O empregado terá que informar por escrito o desejo de colaborar com o sindicato e o pagamento deverá ser feito por boleto bancário.

As mudanças já estão em vigor, mas terão que ser aprovadas no Congresso. (Mercado A15)

Para evitar laranjas, Congresso discute cota para candidatas (Poder A4)
Editorial - Não é pelo 1,1% -  Sobre causas profundas da estagnação econômica do país, como ignorância, violência e captura do Estado por minorias influentes.
(Opinião A2)

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sexta-feira, 1 de março de 2019

A DÍVIDA DE BRADLEY



 


Era uma vez um menino chamado Bradley. Quando ele tinha quase 8 anos adquiriu o hábito de considerar tudo em termos de dinheiro. Queria saber o preço de tudo o que via e, se não custasse grande coisa, não tinha valor algum.

 Mas há muitas coisas que o dinheiro não compra. E algumas são as melhores coisas do mundo. Certa manhã, quando desceu para o café, Bradley entregou à mãe um papelzinho cuidadosamente dobrado. A mãe quase não acreditou no que o filho escreveu:

Mamãe deve a Bradley:

Por levar recados: 3 dólares

Por tirar  o lixo: 2 dólares

Para varrer o chão: 2 dólares

Extras: 1 dólar

Total que a mãe deve a Bradley: 8 dólares

 A mãe não disse nada. Na hora do almoço, ela devolveu a conta sobre o prato de Bradley junto com os 8 d6lares. Ao lado, pôs um outro pedaço de papel cuidadosamente dobrado. Quando Bradley abriu o papel viu que era uma conta da sua mãe:

 

Bradley deve à mamãe: Por ser boa para ele: nada

Por cuidar de sua catapora: nada

Pelas suas camisas, sapatos e brinquedos: nada

Pelas refeições e pelo lindo quarto: nada

Total que Bradley deve à mamãe: nada
 
Fonte: Revista Carinho/Potugal 

 

Jornais do dia 01 março 2019


01 de março de 2019
O Globo
Manchete : Idade mínima pode cair a 60 para mulheres
Bolsonaro admite mudanças na proposta; analistas criticam pressa nas concessões

Após o presidente Bolsonaro afirmar que a idade mínima de aposentadoria das mulheres pode cair para 60 anos, em vez dos 62 previstos na proposta enviada ao Congresso, analistas e parlamentares avaliam que o recuo precoce sinaliza, para grupos de pressão, que mais concessões poderão ser obtidas durante o debate no Parlamento. O presidente disse ainda que as regras para o benefício de prestação continuada (BPC) podem ser menos duras e que os novos parâmetros para pensão por morte podem ser flexibilizados. Os recuos podem fazer com que a economia gerada pela reforma em dez anos seja R$ 30 bilhões menor. (PÁGINA 19)
PIB de 1,1% revela país estagnado
Em 2018, pelo segundo ano consecutivo, a economia brasileira cresceu apenas 1,1% e está no mesmo patamar de seis anos atrás. Previsões apontam para 2,2% este ano se for aprovada a reforma da Previdência. Indústria cresceu após quatro anos em queda. (PÁGINAS 21 e 22)
Mudanças para gerar crescimento
Na primeira edição do “E agora, Brasil?” de 2019, o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, destacou que a reforma da Previdência, com economia prevista de R$ 1,16 trilhão, permitirá ao Estado retomar a capacidade de investimento. (PÁGINAS 23 a 26)
Pressionado, Moro afasta Ilona Szabó de Conselho
Por ordem do presidente Bolsonaro, o ministro da Justiça, Sergio Moro, retirou a indicação da cientista política Ilona Szabó para o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária. Ela é defensora do Estatuto do Desarmamento e foi criticada nas redes sociais por apoiadores do presidente. (PÁGINA 4)
Diplomacia: Guaidó se reúne com Bolsonaro e acena com anistia a Maduro (PÁGINA 28)
Operador do PSDB paulista, Paulo Preto é condenado a 27 anos (PÁGINA 9)
 
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O Estado de S. Paulo
Manchete : Bolsonaro admite atenuar reforma; Guedes quer contrapartida
Idade mínima para mulheres deve ser de 60 anos; ministro diz que mudanças na Previdência têm de ser compensadas

O presidente Jair Bolsonaro anunciou ontem pelo menos três pontos da reforma da Previdência que podem ser mudados para facilitar a aprovação da proposta na Câmara. O principal é a redução da idade mínima para aposentadoria de mulheres de 62 para 60 anos, mas ele também falou em alterar o valor do benefício assistencial pago a idosos de baixa renda, previsto em R$ 400 a partir dos 60 anos, e em mudar as regras de pensão por morte. Com o movimento, o presidente cede aos apelos de lideranças partidárias, que reagiram negativamente a pontos da reforma. A estratégia, colocada em campo apenas oito dias depois de o texto ser enviado ao Congresso, põe a equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma saia-justa, uma vez que as negociações com os deputados ainda nem começaram. Guedes insiste que cada mudança feita no projeto inicial tem de ser compensada com outra para chegar à economia mínima de R$ 1 trilhão prevista com as alterações nas regras da aposentadoria. (ECONOMIA / PÁG. B7)

‘Bônus’ para os novatos

Sem votos suficientes para aprovar a Previdência no Congresso, o governo deve liberar R$ 5 milhões para cada um dos deputados e senadores novatos, que não têm direito às emendas parlamentares, destinar a seus redutos. (POLÍTICA / PÁG. A4)
PIB cresce apenas 1,1% e analistas reveem projeções
No segundo ano após o fim da recessão, a economia brasileira registrou crescimento de 1,1% em 2018, segundo dados do IBGE. O índice é o mesmo de 2017 e frustrou as projeções do início do ano passado que apontavam para um avanço do PIB de 2,8%. Com isso, analistas reveem suas previsões para 2019. Na média, as apostas agora apontam para uma alta de 2,05% – há duas semanas, a média era de 2,4%. O agravamento da crise na Argentina, a greve dos caminhoneiros, as incertezas do período eleitoral e a persistência do desemprego são fatores que contribuíram para o fraco desempenho da economia. Em 2018, o crescimento foi menos concentrado na agropecuária do que no ano anterior. Apesar da situação ainda precária no mercado de trabalho, o consumo das famílias foi o principal motor da economia, com avanço de 1,9%. (ECONOMIA / PÁGS. B1, B2, B4 e B6)

‘Reformas ou recessão’

Para o ex-secretário de Política Econômica José Roberto Mendonça de Barros, as reformas devem definir se o País vai entrar em um ciclo de crescimento sustentável ou voltar à recessão. (PÁG. B4)
Queiroz diz ao MP que ‘gerenciava’ verba de gabinete
Em depoimento por escrito ao MPRJ, Fabrício Queiroz disse ter criado, sem o conhecimento de Flávio Bolsonaro (PSL), mecanismo para ampliar a rede de “colaboradores” do deputado usando parte dos salários dos funcionários. (POLÍTICA / PÁG. A10)
Ex-Dersa é condenado a 27 anos de prisão
Paulo Vieira de Souza foi condenado pelos crimes de cartel e fraude em licitação de obras do trecho sul do Rodoanel e do Sistema Viário Metropolitano. Ele está preso sob suspeita de ser operador financeiro do PSDB e da Odebrecht. (POLÍTICA / PÁG. A10)
PCC mostrou interesse no ataque a Bolsonaro (POLÍTICA / PÁG. A8)
Após pressão, Moro desconvida auxiliar (POLÍTICA / PÁG. A8)
Casos de dengue sobem 605% em SP (METRÓPOLE / PÁG. A16)
Celso Ming
O Brasil é um país desarrumado que não consegue eficácia na administração da economia. (ECONOMIA / PÁG. B2)
Notas&Informações
A ordem das coisas

Situação crítica dos Estados não pode servir de pretexto para que governadores condicionem apoio à reforma da Previdência a alguma forma de socorro da União. (PÁG. A3)

Os penduricalhos de sempre

CNJ tomou três decisões conflitantes sobre o tema. (PÁG. A3)
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Folha de S. Paulo
Manchete : Crescimento de 1,1% no PIB amplia desafio de Bolsonaro
Recuperação desacelera no fim de 2018, e expectativa para este ano não é animadora

A divulgação pelo IBGE do PIB (Produto Interno Bruto) de 2018 agigantou o desafio do governo Jair Bolsonaro de transformar a confiança do brasileiro em crescimento econômico. O PIB cresceu 1,1% em relação a 2017. No começo do ano passado, especialistas tinham a expectativa de alta de 3%. Agora, a percepção geral é que, mesmo com a reforma da Previdência, a economia não deve encontrar energia Houve desaceleração da indústria e do agronegócio em 2018, e a reação econômica continua muito dependente da demanda interna, especialmente do consumo das famílias — o setor externo segurou o crescimento. Já a expansão do transporte por apps foi um fator positivo, com a compra de carros para execução desse tipo de serviço. Contudo o movimento tende a não ter fôlego longo para impulsionar novas aquisições. (Mercado p.4)

Painel

Investidores já apostam em reforma magra (A4)

Análise - Érica Fraga

Fim da crise no emprego depende da indústria (p.4)

Análise - Mauro Zafalon

Agro frustra e deve sofrer mais com conjuntura (p.5)

Análise - Daniel Miraglia e Roberto Dumas

Com cenário global, hora é de preservar patrimônio (p.6)

Nelson Barbosa

Capitalização é cavalo de Troia entre jabutis (p.14)
Fala sobre previdência piora dia ruim no mercado
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) disse que poderá “cortar gordura” e alterar pontos da reforma da Previdência, entre eles reduzir a idade mínima de aposentadoria para mulheres. A fala azedou o clima nos mercados, que já era ruim com dados negativos sobre PIB e emprego. A Bolsa caiu e o dólar subiu. (Mercado p.1)
Pressionado, Moro desiste de colocar Szabó em conselho
Após pressão de apoiadores de Jair Bolsonaro, o ministro Sergio Moro (Justiça) revogou a nomeação da especialista em segurança pública Ilona Szabó, contrária a afrouxar as regras de acesso a armas, para suplente do Conselho de Política Criminal. (Cotidiano B1)
Declaração de bens de presidente incluiu van vendida em 2017 (A10)
Gestão prevê corte em patrocínio de estatais e gera tensão na cultura (C1)
Guaidó preso seria um erro terrível, dizem EUA
A prisão de Juan Guaidó em tentativa de voltar à Venezuela “seria erro terrível do regime [Maduro], talvez o último que o regime cometeria”, disse Kimberly Breier, secretária-adjunta de Estado dos EUA, a Patrícia Campos Mello. Para ela, haveria “pronta reação da comunidade internacional”. (Mundo A13)
Paulo Preto é condenado pela 1ª vez na Lava Jato
Tido como operador do PSDB, o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi condenado a 27 anos no âmbito da Lava Jato de SP. Ele foi acusado de fraude em licitações e formação de cartel em obras. Sua defesa não de manifestou. (Poder a5)
Editoriais
Sem boas notícias

Sobre PIB de 2018 e perspectivas para a economia (A2)

Cerco ao Ibama

Acerca de medida em estudo para revisão de multas (A2)
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