segunda-feira, 6 de maio de 2019

06 de maio de 2019


@Estadao: Manchete: Quatro em cada dez jovens já ficaram com o nome sujo - Principal fator de endividamento na faixa entre 18 e 24 anos é necessidade de ajudar nas despesas de casa. O nível de endividamento dos jovens não é diferente do registrado entre brasileiros mais velhos – 40% da população terminou 2018 endividada. Resumo das notícias em destaque nas capas: http://blogdajornalistavandacelia.blogspot.com/  

06 de maio de 2019

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O Globo

Manchete: Base já prepara emendas para não reduzir reforma - Deputados governistas vão apresentar propostas para vencer resistências e manter economia de R$ 1 trilhão –

O governo já prepara uma estratégia para driblar resistências à reforma da Previdência no Congresso. Deputados aliados apresentarão emendas que alteram o texto de pontos polêmicos, como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos de baixa renda. Será proposto que parte do benefício seja antecipada e que o valor de um salário mínimo seja recebido aos 68 anos e não mais aos 70. Para obter apoio dos governadores, será proposta a adoção imediata de alíquota extra sobre o salário dos servidores para cobrir o rombo nas previdências estaduais. Mesmo com as mudanças, a economia de R$ 1 trilhão em dez anos seria mantida. (PÁGINA 15)

Bolsonaro permitirá levar arma carregada a clube de tiro - Presidente anunciou que assinará, amanhã, decreto que atende a demandas de colecionadores de armas, atiradores e caçadores. (PÁGINA 4)

Presidente reafirma que não vai regular mídias-Bolsonaro disse que defende a liberdade de expressão. À noite, se reuniu com o ministro Santos Cruz, alvo de ataques nas redes. (PÁGINA 6)

Trump volta a ameaçar China com mais tarifas -Em uma reviravolta nas negociações comerciais com a China, o presidente americano, Donald Trump, disse em rede social que vai elevar tarifa sobre US$ 200 bilhões em produtos chineses. Movimento é visto como pressão por acordo. (PÁGINA 15)

LARGADA PARA O ENEM - Inscrições abrem hoje. MEC promete cumprir prazos (PÁGINA 17)

Coluna-FERNANDO GABEIRA - Sobre a Venezuela, temos que reduzir danos para o Brasil (PÁGINA 2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Quatro em cada dez jovens já ficaram com o nome sujo - Principal fator de endividamento na faixa entre 18 e 24 anos é necessidade de ajudar nas despesas de casa.

Quatro entre dez jovens, de 18 a 24 anos, estão ou já estiveram com o nome sujo, aponta levantamento inédito da Câmara Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e do birô de crédito SPC Serasa. A pesquisa, que ouviu 801 homens e mulheres em todo o País, revela que o principal motivo de endividamento do jovem é a necessidade de contribuir com as despesas domésticas, associada ao descontrole com as finanças pessoais. Segundo a CNDL, o nível de endividamento dos jovens não é diferente do registrado entre brasileiros mais velhos – 40% da população terminou 2018 endividada. Mas o problema é preocupante, pois indica que as gerações mais novas não vêm sendo educadas financeiramente. “O descontrole financeiro dos jovens é um problema nacional e sem atenção devida das autoridades”, diz Guilherme Prado, presidente do Bem Gasto, projeto de educação financeira nascido no Insper. ECONOMIA / PÁG. B1

Receita mira 263 contribuintes de programa de repatriação - Pelo menos 263 contribuintes que repatriaram recursos do exterior entregaram declarações com “alto índice” de irregularidade. A principal suspeita da Receita é de que os bens tenham origem ilícita. Durante “janela” aberta para a regularização de patrimônio não declarado no exterior, entre 2016 e 2017, foram entregues 25 mil declarações. Dois políticos devem ser excluídos do programa, ainda neste mês. PÁG. B3

Governo quer rever gastos com aluguéis – Com R$ 1,2 bilhão em gastos com aluguéis este ano, o governo Bolsonaro começou um pente-fino nos contratos de locação. O Planalto já devolveu à Previ um andar na Avenida Paulista com área de mil metros quadrados que funcionava como gabinete presidencial em São Paulo e custava R$ 66 mil mensais. POLÍTICA / PÁG. A4

Bolsonaro descarta regulação das mídias sociais - Jair Bolsonaro disse ontem que não fará nenhum tipo de regulamentação da mídia, incluindo as mídias sociais. O presidente volta ao assunto após críticas feitas por bolsonaristas e por Olavo de Carvalho ao ministro da Secretaria de Governo, general Santos Cruz, que citou a necessidade de aprimorar a legislação. POLÍTICA / PÁG. A6

Crime violento tem queda em 57% do Estado de SP - O risco de sofrer um crime violento caiu em 79 das 139 cidades paulistas com população maior que 50 mil habitantes, segundo o Índice de Exposição à Criminalidade Violenta, elaborado pelo Instituto Sou da Paz com dados oficiais de 2018. O estudo aponta que Itanhaém, na Baixada Santista, é o município mais violento e Vinhedo, na região de Campinas, o com menos crimes, como homicídio, latrocínio, estupro e roubo. A Secretaria de Segurança Pública diz que as políticas públicas adotadas contra a criminalidade “estão no caminho certo”.
METRÓPOLE / PÁG. A12

Bloqueio no MEC afeta mestrado e doutorado - O bloqueio de R$ 7,4 bilhões do Ministério da Educação atinge cursos de mestrado e doutorado. Serão congeladas bolsas ociosas, e reduzidas as concedidas em instituições mal avaliadas. Associações prometem mobilização.METRÓPOLE / PÁG. A13

DIRETO DA FONTE - “Sem cultura não sei o que será de nós”, diz a atriz Mônica Martelli. PÁG. C2

CIDA DAMASCO - O governo Bolsonaro pede crédito extra para tentar evitar o calote e apela à ideologia no corte de gastos. ECONOMIA / PÁG. B4

NOTAS & INFORMAÇÕES

1) Liberdade para empreender - Com a edição da MP 881, o governo procura melhorar a imagem do País junto aos investidores, especialmente os internacionais. PÁG. A3


2)Baixa expectativa na educação - Formar e manter professores capacitados e entusiasmados é responsabilidade do País. PÁG. A3

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Folha de S. Paulo

Manchete: Governo mantém sob sigilo partes de acordos na Lava Jato - Órgãos ocultam critérios para fixar multas às empresas beneficiadas pela leniência; CGU diz que decisão é legal.

O governo Jair Bolsonaro decidiu manter sob sigilo partes essenciais dos acordos de leniência fechados desde o início da Lava Jato com seis empresas investigadas, entre elas a Odebrecht, a Andrade Gutierrez, a SBM e a UTC. Todas reconheceram ter corrompido políticos para fazer negócios com estatais e se comprometeram a cooperar em troca de benefícios. Como sigilo, fica impossível saber, por exemplo, quais foram os critérios adotados por AGU (Advocacia-Geral da União), Ministério da Transparência e CGU (Controladoria-Geral da União) para fixar a multa que as empresas receberam e comparar os benefícios concedidos. As companhias deverão pagar, no total, mais de R$ 6 bilhões em até duas décadas. A CGU afirmou que a decisão sobre o segredo é amparada pela Lei Anticorrupção. Para advogados das empresas, o objetivo do sigilo é evitar que a discussão pública dos critérios reduza a flexibilidade que os órgãos do governo têm para negociar. Eles, no entanto, alertam para o risco de a decisão gerar insegurança jurídica e inibir novos acordos. (Poder A4)

Bebianno diz que ministro definiu verba de laranja - Ex-presidente do PSL, Gustavo Bebianno disse que o diretório de Minas, que era chefiado por Marcelo Álvaro Antônio (Turismo), é o único responsável por repassar verba pública a candidatas suspeitas de serem laranjas. O ministro nega irregularidades. (Poder A6)

Homofobia de hoje resulta dos exageros da esquerda - ENTREVISTA DA 2ª - Camille Paglia
Para a escritora americana Camille Paglia, os excessos da esquerda ao impor sua agenda levaram o eleitor para a direita, o que deu espaço para a homofobia. A feminista apoia os ataques do governo Bolsonaro à chamada ideologia de gênero na educação, que qualifica de estupidez. (A 14)

Investidor teme maio, mês em que Bolsa cai há 9 anos (Folhainvest 1) –

Maduro endurece censura e aumenta ataque a jornalistas - Com a retomada dos protestos da oposição, Nicolás Maduro cortou acesso a sites, prendeu e atacou jornalistas e deportou profissionais estrangeiros que tentavam entrar na Venezuela. Segundo sindicato, 60 profissionais foram alvo da repressão. (Mundo a10)

PAINEL - Presidente inflama ala de olavistas ao rebater ministro - Ao desautorizar fala de Santos Cruz (Secretaria de Governo) sobre o uso “disciplinado” das redes sociais, Jair Bolsonaro inflamou olavistas que agem para reduzir espaço de militares no governo. (Poder A4)

Editoriais

CPMF gigante - Acerca de proposta para a tributação de pagamentos (A2).

Ética médica - Sobre código que baliza atuação dos profissionais (A2)

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quinta-feira, 2 de maio de 2019

02 de maio de 2019


02 de maio de 2019 - WILLIAM WAACK escreve: Crise na Venezuela mostra o contraste entre os generais do governo Bolsonaro e os amadores na área de política externa. Na política: Paulo Silva, da Força Sindical, diz a real: Centrão quer reforma da previdência desidratada para não facilitar reeleição de Bolsonaro. Abaixo, resumo capas:
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O Globo

Manchete: Governo lançará medidas de estímulo à economia - Estão previstas até 50 novas ações para melhorar o ambiente de negócios em setores como o imobiliário, o rural e o de micro e pequenas empresas.

A equipe econômica vai lançar nos próximos meses até 50 ações com o objetivo de melhorar o ambiente de negócios do país. Setores como o imobiliário, o rural e o de micro e pequenas empresas terão mais facilidade para acessar capital de giro, proteger-se da oscilação dos preços da safra e criar novos produtos. Uma das novidades será a hipoteca reversa, pela qual o banco, em troca da propriedade futura do imóvel, paga um aluguel ao atual dono. As medidas servem de estímulo à economia e são complementares à MP da desburocratização, assinada esta semana e que, para especialistas, facilitará o empreendedorismo. (PÁGINAS 17 a 19)

Para secretário, efeitos de MP virão em um ano-Paulo Uebel, secretário de Desburocratização, diz que medidas ajudam o Estado a focar no que é essencial e facilitam inovação. (PÁGINA 17)

Comando da PGR já é disputado por seis grupos - Indefinição sobre como o presidente Bolsonaro fará a escolha anima candidaturas fora da lista tríplice.

A sucessão de Raquel Dodge no comando da Procuradoria-Geral da República (PGR) será uma das mais concorridas da história. Seis grupos disputam o cargo, incluindo procuradores que deverão correr por fora da tradicional lista tríplice, que reúne os nomes mais votados pelos membros do Ministério Público Federal. (PÁGINA 4)

Guaidó convoca atos diários na Venezuela - Brasil soube sexta passada da operação contra Maduro.

Após a tentativa frustrada de derrubar Nicolás Maduro, o líder oposicionista Juan Guaidó voltou às ruas ontem sem sofrer represália do governo. Ele convocou a população a protestos diários e greves para elevar a pressão sobre o regime chavista, que voltou a reprimir manifestantes. O Brasil soube na sexta-feira da operação para tentar derrubar Maduro, que afirmou querer iniciar uma “jornada de diálogo” com seu partido, governadores e o Congresso, sem citar seus opositores. (PÁGINAS 21, 22 e 27)

Em guerra com Crivella, Câmara acelera e cria CPIs - Com o apoio de apenas 13 dos 51 vereadores, Marcelo Crivella viu antigos aliados engrossarem a oposição nos últimos meses. Eles ameaçam aprovar o impeachment do prefeito e criaram ou aceleraram seis CPIs contra a prefeitura. Duas foram abertas semana passada. (PÁGINA 10)

Cientistas veem risco à saúde com Brumadinho - Morte e anomalias em peixes e alta concentração de mercúrio em rejeitos são riscos à saúde humana no longo prazo. (PÁGINA 9)

Colunistas

MÍRIAM LEITÃO: Diesel, energia e ação militar: os efeitos no Brasil da crise venezuelana (PÁGINA 18)

MERVAL PEREIRA: Diminui o número de países que usam o modelo do Censo tradicional (PÁGINA 2)

GUGA CHACRA: País de Maduro exibe índices que estão entre os piores do mundo (PÁGINA 22)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Pouca concorrência deixa gasolina mais cara, diz ANP - De acordo com agência, distribuidoras não repassaram ao consumidor redução de preço ocorrida nas refinarias.

Estudo realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) entre 31 de outubro e 1.º de dezembro de 2018 indica que o predomínio de três grandes empresas do mercado de distribuição de combustíveis – BR Distribuidora, Raízen e Ipiranga – contribuiu para que o consumidor pagasse mais pela gasolina num período em que a Petrobrás havia reduzido o preço na refinaria. Segundo a ANP, a margem bruta de lucro das distribuidoras passou de R$ 0,40 por litro, o que sugere “falta de competição no setor”. Em nota, a agência destaca que, em 2008, as três distribuidoras respondiam por 51,49% do mercado de gasolina. Oito anos depois, a fatia passou para 64,87%. O estudo foi encaminhado ao Cade. A Plural, representante das distribuidoras, nega que haja concentração. (ECONOMIA / PÁG. B1)

AGU acelera processo de repatriação de R$ 2,6 bilhões - A Advocacia-Geral da União (AGU) reabriu processo de contratação de escritório de advocacia na Suíça para tentar repatriar 700 milhões de francos suíços, cerca de R$ 2,6 bilhões. O dinheiro, bloqueado em 42 bancos, é atribuído a alvos de procedimentos criminais no Brasil, como a Lava Jato. Parado há dois anos, o processo de contratação está em fase final. (POLÍTICA / PÁG. A4)

Para Paulinho, reforma está ligada à reeleição - Presidente licenciado da Força Sindical, o deputado Paulo Pereira da Silva (SD-SP) busca apoio no Centrão para “desidratar” a reforma da Previdência. Segundo ele, a aprovação da proposta ajudaria a reeleger Jair Bolsonaro em 2022. (PÁG. A6)

'Corte de verba inviabiliza UFF' - Reitor diz que com redução de 30% das verbas mal dá para pagar as contas. A UFF foi uma das ligadas a ‘balbúrdia’ pelo ministro da Educação. (METRÓPOLE / PÁG. A16)

Ministro faz ataque no Twitter - Para Abraham Weintraub, questionar a tolerância de “reitores (ditos) de esquerda” seria o mesmo que “pedir sugestões sobre doces a diabéticos”. (PÁG. A16)

Guaidó pede greve; Maduro diz que opositor quer ‘guerra’ - No segundo dia de protestos na Venezuela, o autoproclamado presidente, Juan Guaidó, reapareceu em Caracas e convocou greve na administração pública a partir de hoje, informa o enviado Pablo Pereira. Em discurso, Nicolás Maduro acusou a oposição de querer “iniciar uma guerra civil” e insinuou que os EUA poderiam ordenar uma invasão no país. (INTERNACIONAL / PÁG. A10)

Com crise, refugiados correm para Roraima- Na terça-feira, 848 venezuelanos passaram pelo posto de fronteira em Pacaraima, segundo a Operação Acolhida, que cuida de refugiados. O movimento é o dobro do normal. (PÁG. A14)

Colunistas

WILLIAM WAACK: Crise na Venezuela mostra o contraste entre os generais do governo Bolsonaro e os amadores na área de política externa. ( PÁG. A6)

ZEINA LATIF: Há muitas incertezas e isso atrapalha os tomadores de decisão. Cuidado técnico é essencial, mas não é tudo. (ECONOMIA / PÁG. B4)

NOTAS&INFORMAÇÕES

Conversa de botequim - Governar é muito diferente de se meter em todos os assuntos e de dar palpites. Palavra de presidente é como a moeda. Emitida sem critério, perde valor. (PÁG. A3)

Incerteza na Venezuela - O levante deflagrado por Juan Guaidó para tentar depor o ditador Nicolás Maduro lançou o país na incerteza. (PÁG. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Repressão chavista aumenta e sufoca movimento opositor - Juan Guaidó diz que haverá protestos diários até a queda de Maduro, mas cancela principal ato após cerco policial.

Um dia após a oposição iniciar um movimento para depor Nicolás Maduro com apoio parcial dos militares, as forças governistas ampliaram a repressão e desfizeram ontem 20 pontos de mobilização em Caracas. Pela manhã, o autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, fez um discurso no qual afirmou que haverá atos diários até a deposição do ditador. À tarde, porém, agentes da Guarda Nacional Bolivariana bloquearam o acesso a várias partes da capital e impediram a realização do principal protesto do dia, que contaria com o líder opositor. Com o enfraquecimento das manifestações antichavistas, Maduro afirmou que j amais existirá um presidente “marionete” dos EUA no Palácio de Miraflores, em referência a Guaidó. O presidente Jair Bolsonaro (PSL) negou ter havido fracasso do levante contra o ditador. “Não tem derrota nenhuma. (...) Existe uma fissura sim, que cada vez se aproxima da cúpula das Forças Armadas.” O agravamento da crise no país vizinho fez triplicar ontem o número de venezuelanos que cruzaram a fronteira com Roraima, segundo a Casa Civil. (Mundo A10 e A12)

Antes de escalada da crise, Grupo de Lima pediu posição firme da ONU contra Maduro (A14)

Bolsonaro orienta órgãos a reaver posse sem mandado - O governo de Jair Bolsonaro (PSL) orientou os órgãos federais, por meio da Advocacia-Geral da União, a retomar a posse de imóveis públicos ocupados ou invadidos por manifestantes sem acionar a Justiça. Antes, a AGU recebia um pedido para entrar com uma ação de reintegração. Com a nova norma, os gestores dos prédios podem chamar a PF para retirar os ocupantes. (Poder A4)

Presidente do TJ-MG prestou favor a Pimentel, diz PF (Poder A6)

PRB usa assessores na manutenção de escritório em SP - Assessores do Legislativo federal, estadual ou municipal lotados em gabinetes de membros do PRB (Partido Republicano Brasileiro) usam o horário de trabalho para atuar em braços políticos e religiosos da sigla. O PRB nega irregularidades. (Cotidiano B1)

Fim de monopólio do gás pode atrair aporte de R$ 240 bi - Estudo que serve de base para a proposta prevê investimentos de R$ 240 bilhões caso a meta de redução do preço seja atingida. Os recursos seriam usados para ampliação da infraestrutura de abastecimento e aumento de capacidade industrial. (Mercado A17)

STF suspende regra da reforma e proíbe grávida em local insalubre (A18)

Mourão, Moro e Olavo de Carvalho recebem Ordem de Rio Branco (A6)

Pouca festa, pouco emprego - Desempregados em evento das centrais sindicais para marcar o Dia do Trabalho em SP relatam dificuldades. (Mercado A19)

Colunistas

DAIGO OLIVA - Faltam a Guaidó oratória, repertório e carisma para liderar a oposição (A2).

FERNANDO SCHÜLER: Fraturado, Brasil precisa encontrar novos consensos. Imagino um país que pode dar certo se encontrarmos o jeito brasileiro de combinar coisas que na retórica politica soam divergentes: incentivos de mercado e garantia de direitos. (Poder A8)

EDITORIAIS

Ditador no labirinto - Acerca de recrudescimento da tensão na Venezuela.

Equívocos superiores - Sobre ofensiva do governo contra universidades. (Opinião A2)

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quarta-feira, 1 de maio de 2019

01 de maio de 2019


Destaques: 1) IBGE mostra que desemprego voltou a crescer e ficou em 12,7% no primeiro trimestre, superando 13 milhões de desempregados. 2) Ação para derrubar Maduro desencadeia repressão, e Venezuela tem futuro incerto - Guaidó convoca tropas, mas cúpula se mantém fiel ao regime. Blindados avançam: há 78 feridos - 25 militares na embaixada brasileira. Aqui:

01 de maio de 2019

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O Globo

Manchete: Ação para derrubar Maduro desencadeia repressão - A Venezuela amanheceu com o autoproclamado presidente interino, Juan Guaidó, convocando a população e os militares a depor o presidente Nicolás Maduro. Mas a cúpula das Forças Armadas manteve-se fiel ao regime chavista, e tropas reprimiram protestos nas ruas, deixando ao menos 78 feridos.

O líder oposicionista Leopoldo López foi libertado e refugiou-se na embaixada da Espanha. Um grupo de 25 militares pediu asilo ao Brasil. Autoridades dos EUA disseram que fracassou a articulação entre militares e a oposição, e acusam interferência da Rússia. À noite, o paradeiro de Guaidó era desconhecido, e a situação do país estava indefinida. (Páginas 30 a 33)

Bolsonaro não cogita intervenção militar no país - O presidente Bolsonaro afirmou que a possibilidade de o Brasil participar de intervenção militar na Venezuela é “muito difícil, próxima de zero”. Após dizer que essa decisão será exclusiva do governo, ele foi advertido pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de que cabe ao Congresso autorizar declaração de guerra. (Página 33)

MP que facilita atividade empresarial é assinada (Página 28)

MEC corta 30% da verba das universidades federais (Página 34)

Emprego em crise: Falta vaga para um em cada 4 trabalhadores brasileiros, diz IBGE (Página 25)

BERNARDO MELLO FRANCO - Cantora nunca separou o palco do palanque (Página 6)

MÍRIAM LEITÃO - Ação fracassa, mas Maduro está no fim (Página 26)

PEDRO DORIA - Juan Guaidó é presidente legítimo ou golpista? (Página 33)

GUGA CHACRA - Guerra civil seria terrível para país e seus vizinhos (Página 33)

EDITORIAL - Novos protestos mostram ditadura mais debilitada (Página 2)

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O Estado de S. Paulo

Manchete: Guaidó tenta derrubar governo; Maduro resiste - Opositor venezuelano mobilizou parte dos militares, mas não obteve apoio da cúpula das Forças Armadas.

O autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó, mobilizou ontem o apoio de parte dos militares e convocou a população a ir às ruas contra o governo de Nicolás Maduro. Os protestos foram reprimidos pelas Forças Armadas, cuja cúpulapermaneceuleal ao chavista. Um blindado da Guarda Nacional Bolivariana avançou contra a multidão, atropelando várias pessoas. Pelo menos um manifestante morreu, 78 ficaram feridos e 25 foram presos. Ao longo da tarde, ficou clara a falta de respaldo a Guaidó. Seu apoiador, o líder oposicionista Leopoldo López se refugiou na Embaixada da Espanha e Guaidó seguiu para “local protegido”. Segundo o assessor de Segurança Nacional dos EUA, John Bolton, a cúpula chavista, liderada pelo ministro da Defesa, havia garantido apoio para derrubar Maduro, mas recuou. Jair Bolsonaro foi às redes comentar a situação. Disse que “qualquer hipótese” será decidida “exclusivamente” por ele. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que eventual declaração de guerra terá de ser aprovada no Congresso. (Internacional / Págs. A10 a A16)

Desempregados levam quase 1 ano em busca de trabalho - Desempregados passaram em média quase um ano – 48 semanas – em busca de trabalho na Grande São Paulo no ano passado. Em 2014, antes da crise econômica, eram 23,5 semanas. De acordo com analistas, o período fora do mercado afeta o trabalhador a longo prazo. Mesmo com a retomada do emprego, ele volta defasado às suas funções. Os jovens também são prejudicados com a situação, pois largam em desvantagem. (Economia / Págs. B1 e B4)

MEC recua e corta 30% da verba de todas as federais - O MEC vai cortar 30% dos recursos de todas as universidades federais do País no segundo semestre. A decisão foi tomada após repercussão negativa da entrevista do ministro, Abraham Weintraub, ao Estado, em que afirmou que reduziria repasses das universidades que promovessem “balbúrdia”. (Metrópole / Pág. A18)

Para Bolsonaro, juros de bancos públicos são altos (Economia / Pág. B7)

‘Opositor fracassou’ - Para o cientista político venezuelano Ricardo Sucre Heredia, Guaidó pode ter se precipitado ao contar com apoio militar. Erro pode obrigar a repensar estratégia. (Pág. A13)

1º de Maio da oposição - Oposição quer transformar a festa do Dia do Trabalho, hoje em SP, em grande ato contra o governo. Centrais sindicais estarão juntas pela primeira vez. (Pág. A4)

ROBERTO GODOY - Brasil não pretende intervir
Apesar do desejo dos EUA, o Brasil resiste a liderar uma intervenção. As Forças Armadas brasileiras agirão no território nacional. (Pág. A10)

CARLOS ROMERO - O destino dos opositores
O problema do chavismo agora não é mais responder à intentona. É o que fazer com os opositores Juan Guaidó e Leopoldo López. (Pág. A12)

VERA MAGALHÃES - Falta a Sérgio Moro uma bancada que o defenda no Congresso dos que querem reduzir seu tamanho, obtido na Lava Jato. (Política / Pág. A6)

LEANDRO KARNAL - As mulheres dos presidentes são lembradas por serem bonitas ou não, e bem menos se foram pessoas autônomas. (Caderno2 / Pág. C6)

NOTAS & INFORMAÇÕES

Sem reforma, sobra o atoleiro - O governo continua preso no atoleiro das contas públicas. Há cada vez menos verbas até para a operação da máquina pública no dia a dia. (Pág. A3)


Legítima defesa
- Proposta revela não só a feição populista do governo como a ignorância do presidente da legislação penal vigente. (Pág. A3)

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Folha de S. Paulo

Manchete: Líder da oposição tenta depor Maduro, mas ditador reage - Movimento encabeçado por Juan Guaidó tem apoio parcial de militares; cúpula se diz leal a regime.

Com apoio parcial de militares, um movimento liderado por Juan Guaidó, autoproclamado presidente da Venezuela, tentou derrubar ontem Nicolás Maduro. O dia foi de confrontos nas ruas de Caracas, relata Sylvia Colombo. De manhã, Guaidó apareceu ao lado de Leopoldo López, principal preso político do país, que cumpria pena em casa. Ambos seguiram para uma base aérea e de lá conclamaram os oficiais e a população contra o ditador. Os protestos, com 69 feridos, não tiveram mobilização parecida à de atos anteriores. O chavismo falou em tentativa de golpe orquestrada pelos EUA, e o comando das Forças Armadas manifestou lealdade ao regime. O presidente Jair Bolsonaro exortou todos os países a se alinharem a Guaidó — o Brasil deu asilo a 25 militares venezuelanos. O general Augusto Heleno disse, porém, que o levante não atingiu os altos escalões em Caracas. O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, John Bolton, afirmou que o ministro da Defesa da Venezuela, Padrino López, tinha se comprometido a agir contra Maduro, mas depois recuou. (Mundo A10 a A16)

Mercado subutiliza 1 a cada 4 trabalhadores, aponta IBGE - A taxa de sub utilização da mão de obra, que considera os profissionais que não trabalharam ou trabalharam menos do que gostariam no período, bateu recorde no primeiro trimestre de 2019, chegando a 25%. Ao todo são 28,3 milhões de brasileiros nessa condição. (Mercado A19)

Salvo-conduto de Bolsonaro a ruralista esbarra na Constituição - Para especialistas, a proposta de não punir quem atirar contra invasor de terra, se seguir os moldes como foi anunciada, é inconstitucional, pois cria exceção do direito à vida. Só 8% dos assassinatos em conflitos agrários foram julgados, segundo a Comissão Pastoral da Terra. (Poder A4)

Bloqueio de verba de universidades ignora desempenho - O anúncio do governo Jair Bolsonaro (PSL) de bloquear 30% da verba de custeio de universidades federais ignora seu desempenho acadêmico positivo e coloca em risco o funcionamento mínimo das instituições. (Cotidiano B1)

Não basta apenas anistiar militares, diz analista (Página A16)

Ford e sindicato fazem acordo para fechamento de fábrica no ABC (Pág. A26)

Léo Pinheiro diz que Lula pressionou OAS para ajudar ex-assessora (Pág. A6)

CLÓVIS ROSSI - O que surpreende é por que uma insurreição tardou tanto a explodir - Análise (Pág. A16)

VINÍCIUS TORRES FREIRE - Preço do ovo, salário e petróleo contam um pouco da vida no país vizinho (Pág. A24)

Editorial (Pág. A2)

Laranja ostentação - Sobre apuração de candidaturas de fachada do PSL.

Lei Ex-Rouanet - Acerca de mudanças no incentivo oficial à cultura.

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