sexta-feira, 5 de abril de 2019

05 de abril 2019



 
05 de abril  - Toffoli retira 2ª da pauta do STF; Bolsonaro pede desculpas a partidos por caneladas, informa O Globo, acrescentando que a ação do presidente fez a bolsa subir. O editorial condena o PT por "discurso envelhecido" sobre a reforma da Previdência.   Na economia: Famílias com dívidas são 62,4%.   Folha destaca que a PF vê ação do ministro do Turismo em esquema de laranjas do PSL e assinala que a crise já empurrou 7.4 milhões para a pobreza no Brasil. Abaixo, relação das notícias que estão nos jornais:

O Globo

Primeira Página
Governo decide reajustar o mínimo só pela inflação
Bolsonaro pede desculpas a partidos por ‘caneladas’
Toffoli retira 2ª instância da pauta do STF
Projeto de Moro para segurança pública começa por 5 cidades

Colunas

Merval Pereira

Nelson Motta
Rogério Furquim Werneck
Bernardo Mello Franco
Ancelmo Gois
Miriam Leitão
Pedro Doria
Ruth De Aquino
Editorial
O envelhecido discurso do PT contra a reforma
Ataques a bancos se multiplicam e já demandam ações específicas

O País
Maratona de encontros
Governista será relator da MP 870
Instalação de portas gera nova crise na Apex
Julgamento de prisão após 2ª instância sai de pauta
Adiamento para evitar ataques ao Supremo
Justiça aceita nova denúncia sobre obra, e Temer vira réu pela 4ª vez
Polícia de SP mata 11, e autoridades comemoram
Plano de segurança de Moro iniciará em cinco cidades
Novo no Twitter, ministro usa foto para comprovar perfil

Rio
Parecer com ressalvas
Crivella dá cargos para fortalecer base
Fiscal também denunciou Crivella por autopromoção
Sobrecarga em ar-condicionado causou incêndio em museu
Economia
Reajuste do mínimo
Famílias com dívidas são 62,4%
Articulação pró-reforma faz Bolsa subir 1,93%
Francischini: desgaste de Guedes foi falta de articulação política
Crise levou mais 7,3 milhões de pessoas à pobreza no país
O Mundo
Bolsonaro vai visitar países árabes ainda este semestre
Esportes
PSL quer afrouxar lei que responsabiliza dirigentes
Sociedade
Um remédio à espera de virar lei
TV Escola vira reduto de ‘olavetes’ demitidos da pasta da Educação
Opinião do Globo : Ridículo
PSL tenta impedir debate com presença de Marcelo Freixo na UFRJ
Segundo Caderno
Relator do TCU diz que não paralisou Ancine

 

O Estado S.Paulo
Primeira Página
Em busca de apoio, Bolsonaro pede ajuda e desculpas a partidos
PEC do Orçamento dificulta ajuste fiscal
Inep e gráfica do Enem são suspeitos em licitações
Editorial
Balança comercial com superávit e poucos negócios

Colunas
Eliane Cantanhêde

Coluna do estadão :: Alberto Bombig
Pedro Doria
Direto da Fonte :: Sonia Racy
Notas e Informações
A ausência dos governistas
Pobre Venezuela
Brigando com a realidade
Espaço Aberto
O faz de conta do dia a dia :: Flávio Tavares
O Supremo e o sacrifício de animais :: Fernando Gabeira
EUA terão controle de acesso em Alcântara
Bolsonaro confirma pagamento do 13º salário para Bolsa Família
Moro faz estreia no Twitter
Toffoli adia análise de prisão após 2ª instância
Supremo deixa de ser o centro do debate
Até agora, STJ negou todos os recursos
Temer vira réu por lavagem de dinheiro
Promotoria vai investigar reforma feita por Doria no Bandeirantes
MP-SP quer criar 400 vagas de promotor
Projeto carece de detalhamento, afirmam analistas
Economia
PEC do Orçamento cria novo tipo de despesa que vai dificultar ajuste fiscal

Confusão na CCJ escancara apagão na articulação
‘Se cortar tem de compensar em outro lugar’
Cotado para relator, Poit usa redes para defender Previdência
TCU vê sobrepreço em obras do BNDES
Banco suspende mais de 20 contratos
Produtores rurais acumularão desconto nas suas contas de luz
Poupança tem entrada de R$ 1,853 bilhão em março
Montadoras cortam mil vagas em um mês
Crise levou à pobreza 7,3 milhões de brasileiros entre 2014 e 2017
PIB da Venezuela terá recuo de 25% este ano
Em ação de R$ 1,1 bi, Justiça bloqueia bens de ex-donos de Dako e Continental
Internacional
Netanyahu vai a Moscou e consegue de Putin novo impulso eleitoral

Bibi e a parábola do populismo moderno

Funcionários relatam que não havia indício de falência
Covas, ano 1: crises e planos em marcha
4 perguntas para...
Para tucanos, ele tem de focar gestão para ter chances
Museu Nacional tinha falhas em instalações
Quadrilha ataca bancos e 11 são mortos pela PM
Caderno 2
Corte na Cultura pode fechar projetos

Folha de S.Paulo
PF vê ação de ministro em esquema de laranjas do PSL
Bolsonaro se reúne com partidos, mas não obtém garantia de apoio
















Tendências | Debates






















 

quinta-feira, 4 de abril de 2019

04 de abril de 2019


04 de abril de 2019 –WILLIAM WAACK escreve no Estadão que a “credibilidade está se deslocando do “mito” Jair Bolsonaro em direção aos núcleos militar, econômico e da Justiça. Na Folha, o editorial chama a atenção para João Dória e chamada “teoria do vácuo” – que seria inexistente no mundo do poder. Na Câmara, Paulo Guedes foi correr atrás de votos para a reforma, mas acabou trocando desaforos com PT e com o PSOL. A bolsa caiu. E Bolsonaro recebe hoje líderes de nove partidos. Abaixo, resumo das notícias que estão nas capas:   

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O Globo

Manchete: Bolsonaro articula base de apoio com 9 partidos - Objetivo é aprovar a reforma da Previdência. Mourão não descarta distribuir cargos a aliados.

Depois de vários atritos com o Congresso, o presidente Jair Bolsonaro começa o processo de construção da base de apoio ao seu governo reunindo-se pela primeira vez, hoje, com presidentes de partidos. A iniciativa visa à aprovação da reforma da Previdência. Nove legendas, que somam 259 deputados e 53 senadores, devem ser recebidas por Bolsonaro até a semana que vem. O vice-presidente Hamilton Mourão não descartou que o Planalto abra espaço para aliados no governo. “É óbvio que eles vão ter algum tipo de participação, seja em cargos nos estados, algum ministério. Isso é decisão do presidente”, afirmou. Página 4

Previdência está condenada, não importa o governo, afirma Guedes - O ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu, em audiência longa e tensa com deputados, que a solução para o rombo na Previdência não tem coloração partidária e deve ser imediata. Afirmou que o país gasta dez vezes mais com aposentadorias do que com educação e que os servidores, que temos maiores benefícios, contribuirão 14 vezes mais com o ajuste do que os trabalhadores do setor privado. Páginas 17 e 18

Vélez quer revisão do Golpe de 1964 em livros didáticos - O ministro da Educação, Vélez Rodríguez, anunciou em entrevista ao jornal“ Valor” que textos didáticos serão revistos para contemplarem a História “real”. Para ele, o Golpe de 64 foi constitucional e a ditadura, “regime democrático de força”. Página 26

Chicungunha tem risco de se tornar doença silvestre - Estudo com participação da Fiocruz mostra que mosquitos silvestres existentes no Estado do Rio são capazes de transmitir a chicungunha e podem estar infectados com o vírus, revela ANA LUCIA AZEVEDO. Caso o indício se confirme, doença, até então uma epidemia urbana, ficaria fora de controle no país. Página 25

ASCÂNIO SELEME - Nazismo de esquerda é igual a Terra plana Página 3

MERVAL PEREIRA - Julgamento de prisão em segunda instância atemoriza Supremo Página 2

BERNARDO MELLO FRANCO - Crivella, que votou contra Dilma, agora se vê na mesma situação Pág.5

MÍRIAM LEITÃO - Hora de lutar pela reforma e não de falar tanto em capitalização Página 18

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O Estado de S. Paulo

 

Manchete: Cuba e Venezuela já devem R$ 2,3 bilhões ao BNDES - Dívidas se referem a empréstimos tomados durante gestões do PT; governo pode ter de assumir rombo.

Cuba, Venezuela e Moçambique têm, juntos, R$ 2,3 bilhões em dívidas atrasadas com o BNDES. Se não pagarem, o governo brasileiro terá de cobrir o rombo. O risco de calote levou o banco a registrar perdas de R$ 4,41 bilhões no balanço financeiro de 2018, divulgado na semana passada – é o montante que ainda tem a receber somente de Cuba e Venezuela. O caso do governo de Nicolás Maduro, que enfrenta grave crise, é o mais complicado: os atrasos começaram em setembro de 2017 e já somam R$ 1,6 bilhão. Impulsionados durante os governos do PT, esses financiamentos do BNDES no exterior foram alvo de críticas de economistas, que viam excesso de subsídios para beneficiar grandes construtoras contratadas pelos governos estrangeiros e que acabaram investigadas pela Lava Jato. O presidente do banco, Joaquim Levy, já disse que esses empréstimos não se repetirão. Economia / Pág. B4

‘Tchutchuca é a mãe’, diz Guedes na CCJ - O ministro da Economia, Paulo Guedes, teve passagem tumultuada ontem pela CCJ da Câmara – numa prévia do que deve ocorrer na comissão especial. Ele reagiu a ataques e bateu boca com parlamentares. “Tchutchuca é a mãe, é a avó, respeita as pessoas. Isso é ofensa”, respondeu à provocação de Zeca Dirceu (PT-PR). O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que a discussão é “péssima” para a Casa. “Paulo Guedes tem dialogado com respeito”, afirmou. O regime de capitalização, espécie de poupança paga pelo trabalhador, foi um dos alvos de críticas. Guedes admitiu a retirada do texto das mudanças no benefício pago a idosos de baixa renda e na aposentadoria rural. Economia / Págs. B1 e B3

Bloco manobra e atrasa projeto anticorrupção em partidos - Senadores do PT, PSD, PROS e Podemos conseguiram que projeto de lei que submete partidos a regras de compliance vá para o plenário do Senado antes de seguir para a Câmara. A medida atrasa a votação da proposta, que obriga as siglas a cumprir normas para aumentar a transparência e evitar atos de corrupção com o dinheiro público. Se não atenderem aos requisitos, as legendas podem ficar sem repasse do Fundo Partidário. Política / Pág. A4

Bolsonaro vai receber partidos para formar base no Congresso - Prestes a completar cem dias de mandato, o presidente Jair Bolsonaro se rende à chamada “velha política”. A partir de hoje, o presidente passa a receber dirigentes de dez partidos políticos para montar a base de sustentação do governo no Congresso. O vice-presidente Hamilton Mourão disse ontem que, se o convite do Palácio do Planalto for aceito, a coligação terá como contrapartida cargos no governo. Política / Pág. A5

Salários nas alturas- Auditoria do TCU apontou que 86% das remunerações das estatais são superiores às do setor privado para as mesmas ocupações. Em um dos casos, um assistente recebia oito vezes o valor pago pelo mercado. Pág. B4

Orçamento impositivo é aprovado no Senado Economia / Pág. B4

Credor põe Gol e Latam na disputa por Avianca Economia / Pág. B6

NOTAS & INFORMAÇÕES

Um pacote útil, mas limitado - O pacote de simplificação prometido pelo governo tem aspectos positivos, mas é limitado e nem de longe caracteriza um plano de desenvolvimento. Pág. A3


Ocupação de espaços - Na falta de articulação política para garantir as reformas, empresários se organizam para angariar apoio. Pág. A3

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Folha de S. Paulo

Manchete: Ida de Paulo Guedes à Câmara acaba em confusão; Bolsa cai - Sem apoio, ministro bate boca com parlamentares, deixa de responder a questões técnicas e desanima mercado.

A audiência com o ministro da Economia, Paulo Guedes, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara teve clima de conflito e pouca defesa da reforma da Previdência pelos deputados. A sessão foi encerrada quando o ministro foi provocado pelo deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR). Zeca afirmou que o ministro é “tigrão” comuns e “tchutchuca” com outros, sugerindo que Guedes privilegia banqueiros e rentistas. O ministro se ofendeu e revidou: “Tchutchuca é a mãe, tchutchuca é a avó!”. Uma confusão se instalou no plenário da comissão, e a sessão foi encerrada. Guedes também recebeu críticas ao deixar de responder a questões técnicas. O ministro tem assumido o papel de articulador político da reforma, mas o esperado era que respondesse a dúvidas sobre o texto em si. A Bolsa, que vinha em alta até o começo da tarde, fechou em queda. Mercado A11

Senado aprova PEC de menor impacto sobre o Orçamento - Uma semana após ser derrotado na Câmara, o governo Bolsonaro negociou versão mais branda da PEC do Orçamento impositivo no Senado e obteve um aumento escalonado do percentual de emendas coletivas. O governo queria quatro anos de escalonamento e conseguiu dois — 0,8% da Receita Corrente Líquida em 2020 e 1% no ano seguinte. A negociação foi tida como um avanço. O texto volta agora à Câmara. Mercado A12

Em 3 meses, Mais Médicos soma 1.000 desistências- Cerca de 15% dos médicos brasileiros que entraram no Mais Médicos após a saída dos cubanos desistiram de participar do programa ainda nos primeiros três meses de atividade. Segundo o Ministério da Saúde, os motivos para a saída foram a busca por outros locais de trabalho e por cursos de especialização e residência. A pasta estuda a criação deum novo projeto. Cotidiano B1

Vélez nega o golpe e diz que didáticos serão alterados- O ministro da Educação declarou ao jornal Valor que não houve golpe nem ditadura e defendeu que essa visão conste de livros didáticos. “Haverá mudanças progressivas na medida em que seja resgatada uma versão da história mais ampla.” Cotidiano B4

Carlos Ghosn é preso pela quarta vez no Japão - O ex-CEO de Renault e Nissan, que estava em prisão domiciliar, voltou a ser detido, segundo a rede NHK. A nova acusação é baseada em transferência suspeita de US$ 32 milhões para distribuidora das montadoras em Omã. Mercado A16

EDITORIAIS

Teoria do vácuo - Sobre movimentos políticos do tucano João Doria.


A imagem da PM - Acerca de uso de câmeras por policiais paulistas.

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